sábado, 21 de dezembro de 2013
quinta-feira, 19 de dezembro de 2013
O rosto da mediocracia
O mediocrão
“Estudar vale a pena porque se ganha mais dinheiro”
«A mediocridade é moralmente perigosa e globalmente nociva em certos momentos da história em que reina o clima da
mediocridade.
Épocas há em que o equilíbrio social se inclina em seu favor. O ambiente torna-se
refractário a todo o anseio de perfeição; os ideais esgotam-se
e a dignidade ausenta-se;
os homens acomodatícios têm a sua primavera florida. Os
Estados convertem-se em
mediocracias; a falta de aspirações, que mantenham um alto nível moral e cultural
aumentam continuamente o lamaçal.
Embora isolados
passem despercebidos, em conjunto constituem um regímen,
representam um sistema especial de interesses inalteráveis. Subvertem
a escala de valores morais, falseando nomes,
desvirtuando conceitos; pensar é um desvario, a dignidade é irreverência, é lirismo a justiça, a sinceridade é tontice, a admiração uma imprudência, a paixão
ingenuidade, a virtude uma estupidez.
Vivem da mentira, nutrem-se
dela, semeiam-na, regam-na, podam-na, e colhem-na. Assim cresce.» (El hombre mediocre - José Ingenieros)
Com enorme sofrimento e muita determinação os professores vergaram o mediocrão.
QUEM NÃO SE EMOCIONA!?
quarta-feira, 18 de dezembro de 2013
Reprise
"Estamos disponíveis para constituir um pólo político para uma convergência de
governação", ou seja, um “pólo
aglutinador”
Falta-me a pachorra para ser
politicamente correcto. A peça que vem sendo
representada ciclicamente, não só me enjoa como fede. Meia centena de universitários, gente de grande sapiência, muitos ex- várias coisas,
aglutinaram-se. Adorando a ribalta e os holofotes das televisões, enchem páginas na imprensa dos patrões, e para dar cor ao
espectáculo apresentam-se como pólo aglutinador. Tudo isto enquanto os trabalhadores dos estaleiros de Viana
lutam desesperadamente par garantir a própria sobrevivência. Se
quisessem ser aglutinados, só doutores, professores universitários e artistas enchiam um autocarro para
acompanharem os trabalhadores dos estaleiros que se
deslocaram a Lisboa. Mas não. São eles os
aglutinadores, muito activos sempre que o poder está em apuros. As convergências fazem-se
suando as estopinhas nas lutas do dia a dia, bem diferentes das “convergências de
governação”. Mas os stôres aproveitam os momentos em que a luta está no seu apogeu para criarem
falsas perspectivas. Não há nenhum sector
laboral que não esteja a lutar contra a barbárie, e num
blá-blá-blá ensopado de lugares comuns bafientos que espelham a intelligentsia do grupo subscritor, solta-se a
máscara:
terça-feira, 17 de dezembro de 2013
O ROSTO DA BARBÁRIE
”O Estado possui o monopólio da violência legítima.”
Max Webwe (1864-1920), político e economista alemão
«A barbárie reaparece, mas
desta vez engendrada
no
próprio seio da civilização
e dela é parte integrante.
É uma barbárie leprosa, a
barbárie como lepra da
civilização.»
Karl Marx
segunda-feira, 16 de dezembro de 2013
A VELHA RAPOSA
Para a Velha Raposa a preocupação está, não no entendimento que desde sempre existiu entre PS, PSD e o
CDS, mas no benefício que no seu entender o PCP
recolheria.
Todos os dias, de manhã à noite, os megafones do tal “arco da destruição” apelam ao entendimento declarado
do PS com o governo, mas a Velha Raposa finge não querer. A Velha Raposa que já anunciou vezes sem conta a morte do PCP, não sabe como sair desta.
“Tenho a certeza que não vai haver acordo entre o PS e o Governo porque isso ia criar uma cisão no PS e só irá beneficiar o PCP” [Mário Soares Negócios on line]
Domingo 15-12-2013, de um periódico de “referência”,
obviamente de direita, não há jornais de esquerda, retirámos este pedaço de prosa, prosaica para alguns, estranha para muitos tendo em conta a origem.
Esta é a grande preocupação, a que lhe causa cócegas no bestunto, ver o PCP de
boa saúde aferida pelos jornais que escancaram
as páginas às suas banalidades. O homem anda ofegante. Ruma a Viana do Castelo e, ai que d’el rei, este capitalismo é pior que o meu. Lutem... enquanto vou bater a sesta.
domingo, 15 de dezembro de 2013
terça-feira, 10 de dezembro de 2013
Quem é José António Pinto
José António Pinto deixou medalha de ouro no Parlamento em sinal de protesto
«Troco esta medalha por outro modelo de desenvolvimento económico»
«Eu não quero receber medalhas, quero justiça na economia, justiça na repartição
da riqueza criada, quero emprego com direitos para gerar essa riqueza, quero que
a dignidade do homem seja mais valorizada que os mercados, quero que o interesse
colectivo e o bem comum tenham mais força que os interesses de meia dúzia de
privilegiados»,
(oiça aqui)
(oiça aqui)
«Para os amigos é o Chalana. Para outros é o doutor Pinto, José António Pinto. É assistente social no Lagarteiro, o bairro mais pobre do Porto. Foi ele, quanto a mim, a «estrela» da conferência da Visão Solidária/Montepio, em Lisboa, organizada pela Visão. A ideia era dar voz a pessoas que transformam o mundo em que vivem para melhor. Entre os convidados estavam personalidades que, nas mais diversas áreas, inspiram os outros. São «histórias de pessoas comuns com ideias extraordinárias». Mas foi a intervenção do «Chalana» aquela que marcou a conferência e arrancou mais palmas do auditório. »
8º Candidato à Câmara Municipal do Porto
«Membro do Partido Comunista Português (PCP), em que se filiou muito novo»
JOSÉ ANTÓNIO PINTO
Tem 48 anos de idade e é Assistente Social. É Mestre em Sociologia e promotor de projectos culturais em territórios socialmente desfavorecidos.
Foi fundador e dirigente de várias associações e Presidente da Associação de Estudantes do Instituo Superior de Serviço social do Porto.
Foi dirigente da JCP. Foi membro da Assembleia de Freguesia de Macieira da Lixa, em Felgueiras, e membro da Assembleia Municipal de
Felgueiras.
É colaborador regular de diversos órgãos de comunicação social.
domingo, 8 de dezembro de 2013
FEZ-SE JUSTIÇA!
“Pessoa muito querida na comunidade; muito magra, muito frágil, doente” a GNR foi
buscá-la a casa por não ter pago 837€
(oitocentos e trinta e sete euros). “No dia 28 de novembro, a mulher foi levada de casa para a cadeia para cumprir uma pena de 100 dias de prisão, por não ter pago as custas judiciais de um processo em que foi
condenada.”
A “justiça” funcionou célere de acordo com a lei indispensável a um estado de direito.
No mesmo país, com as mesmas leis, estes crápulas andam por aí rindo-se de
nós, fazendo negaças à “justiça” que ao se demitir das funções que lhe são atribuídas é
tão criminosa quanto eles.
Oliveira e Costa, que em princípio não se poderia ausentar de um determinado perímetro, procurado para depor sobre um outro criminoso, levaram dois meses para lhe poder entregar a convocatória.
Dias Loureiro, pavoneia-se
entre a Quinta da Marinha e os seus empreendimentos turísticos em Cabo Verde ou pelos off-shores onde arrecada o saque. Duarte Lima dá-se mal no Brasil...
Fazem parte da quadrilha que nos rouba nos salários e nas pensões, são a escória da mais vil que alguma vez nos foi dado suportar.
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