quinta-feira, 22 de fevereiro de 2018

O sonho-americano à bala

Inicialmente pensei que fosse anedota. Mas a minha questão não se coloca em relação a este sujeito, mas sim quanto aos indivíduos, ditos bem-pensantes, doutorados e outros cascalhos, que continuam a nos fazer crer que existe ‘o sonho americano’ e que os Estados Unidos são os defensores dos Direitos Humanos e os porta-bandeira da democracia.

Que “os docentes tenham treino militar e saibam manejar armas de fogo”!... “algo muito mais eficaz e económico do que pagar a guardas”!... 


O meu problema não está no Trump, mas nos cobardes e coniventes, que têm ao seu dispor a media e se encolhem por conivência.

E se estas afirmações fossem proferidas por Maduro, Raul Castro ou Evo Morales!?

terça-feira, 20 de fevereiro de 2018

É JUSTO LEMBRAR.



Em janeiro do ano 2000 o PCP propõe os “Julgados de Paz”, que entraram em funcionamento no início de 2002 em Lisboa, são tribunais competentes para resolver litígios de natureza cível (excluindo as que envolvam matérias de Direito de Família, Direito das Sucessões e Direito do Trabalho) de forma rápida e a custos reduzidos.

Casos resolvidos nos julgados de paz ultrapassaram os 100 mil em 2017

«Os Julgados de Paz julgam cerca de 11 mil litígios por ano, 40 por cento são resolvidos por acordo e a duração média dos processos é de 75 dias, disse hoje à Lusa o presidente da Associação de Juízes de Paz.»

MILHARES DE PESSOAS USUFRUEM DESTA PREOCUPAÇÃO DO PCP, MAS POUCAS SABEM DE QUEM COM ELAS SE PREOCUPOU.
É JUSTO LEMBRAR.

segunda-feira, 19 de fevereiro de 2018

Não! Não é em Caracas nem em Havana


Maduro e Castro não são para aqui chamados.

Mas suponhamos que o exército venezuelano ocupava a sua capital?

Qual não seria o chinfrim que a media nacional e estrangeira, a soldo dos ianques, não nos faria ouvir.
 
Mas é a “democracia” de Temer abençoada pela plutocracia mundial e acolitada pela poderosa media mercenária. E aqui o silêncio é a palavra de ordem.

Na Venezuela estão marcadas novas eleições com aferição colocada à merçê da manhosa comunidade internacional.

UM PERIGO!

domingo, 18 de fevereiro de 2018

De uma entrevista

«O PCP é um partido com uma ideologia que se conhece, mas muito pragmático. Tive ocasião de o constatar durante o meu longo contacto com Álvaro Cunhal. O PCP sabe olhar a realidade, ler a realidade, responder à realidade. Percebeu que o governo anterior se tinha deixado aprisionar por uma ação política que era necessário impedir que continuasse. Considero a ação do PCP correta e patriótica. Mas não podemos pedir ao PC que se desconfigure: tem uma orientação determinada pela sua interação com os militantes que tem de respeitar, que é motivada pela sua ideologia, que tem de se afirmar. Tudo isso cria algumas dificuldades em respostas que poderiam ser dadas neste período de expansão económica.»

Ramalho Eanes
Expresso 11.02.2018 às 9h00