domingo, 26 de agosto de 2018
sexta-feira, 24 de agosto de 2018
“Cidade maravilhosa"
"Que efeito têm
certas notícias em pessoas que já não confiam na imprensa, que acham que há
muitas notícias falsas."
Hadas Gold, repórter da CNN no programa
Reliable Sources.
O bispo Marcelo Crivella, sobrinho de Edir Macedo, da Igreja Universal do Reino de Deus (IURD) e seu principal representante político, é o Presidente da Câmara Municipal do Rio de Janeiro.
“Cidade
maravilhosa, cheia de encantos mil, Cidade maravilhosa coração do meu Brasil” É linda a canção.
«Rio terá atuação do Exército pela
13ª vez em 10 anos; Michel Temer põe
exército nas ruas do Rio para controlar violência, em decreto assinado pelo
Presidente “Michel Temer retira a
direcção dos serviços de segurança às estruturas locais (bombeiros, polícias e
serviços de informação) e coloca o comando nas mãos do Exército. Os militares
ficam com poder total sobre as medidas de segurança, incluindo a possibilidade
de deter polícias ou bombeiros ou quaisquer pessoas ligadas às autoridades
locais.” “RJ atinge o maior número de tiroteios em um único dia este ano”»
Os nossos media varrem tudo isto para debaixo do
tapete. Uma cidade com cerca de sete milhões de habitantes, ocupada pelo
exército, é a mais alta expressão de um país democrático.
MAS…
E
o ditador Maduro, com que a TV nos enche o prato de sopa ao almoço e ao jantar;
e os venezuelanos que fogem do acesso à saúde e ao ensino gratuitos e,
masoquistas que são, continuam a votar (eleições
aferidas por toda a comunidade internacional) nos governantes que os
massacram.
A
comunicação social, dita de referência, sucumbirá com o próprio veneno que
instila, e os escorpiões ao seu serviço irão continuar a escrever na areia.
quinta-feira, 23 de agosto de 2018
O ADOLFO
“há
algum valente que se queira bater com outro valente?”
O
Adolfo vogava a toda a bolina, na canoa do cedêesse, águas turvas da fulgurante
carreira política, eis senão quando, um raio quebrou-lhe o velame e o naufrágio
engoliu-lhe as esperanças. O Adolfo, não foi assistido, pelos psicólogos do
INEM, e o trauma ficou-lhe enquistado; o raio que o partiu, tem uma sigla: PCP.
O
Adolfo ciclicamente perde as estribeiras, e como tem jornais que lhe pagam as
convulsões, tem destes desarranques: «Nenhuma experiência comunista resultou noutra coisa que não
em regimes assassinos, torcionários, ditatoriais, condenando milhões à fome e à
miséria. Foi sempre esse o resultado das experiências comunistas.»
Quando se aproxima a “Festa do Avante”,
a artilharia pesada do anticomunismo larvar, dispara em todas as direções, mas…
aqui»»
NÃO
HÁ FESTA COMO ESTA
aqui»»
CARVALHESA
quarta-feira, 22 de agosto de 2018
FRUSTRAÇÃO
“O
Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, vai assistir a um treino de
Nelson Évora”
Quando
ouvi a notícia na televisão, o meu primeiro impulso, foi o de telefonar para o
INEM.
-
O homem, quando convive com idosos, dança, se se faz convidado pelos Xutos
& e Pontapés canta, lança-se ao Tejo na luta contra a poluição, toma banho
de mar no 1º de janeiro, finge de taxista, e nos intervalos também é Presidente
da República.
Ao ouvir a notícia na TV fechei os olhos, pensando para com o meu
fecho-éclair: querem ver que se vai passar dos carretos e imitar o Nelson Évora!
E quando já o estava a imaginar de perna partida, na maca do INEM, oiço a voz nasalada
do Professor. Foi um alívio, e também frustração, por acreditar que nunca o verei
a surfar no Canhão da Nazaré.
“Marcelo Rebelo de Sousa, vai
condecorar Nelson Évora em Belém.
O atleta português
já havia recusado três vezes a condecoração.”
Porquê?
terça-feira, 21 de agosto de 2018
Ó Lopes dá cá o lápis
Lopes
en marche, o Macron á la portugaise, o plano B para a
direita que se esfrangalha, mas orienta a sua metamorfose.
Símbolo do liberalismo, puro e duro, a ‘Aliança’ é ideologicamente abrangente, podendo entrar no PS, afogar o CDS que usa máscaras de Lazarim que se candidatam a património mundial, e arrastar associações folclóricas registadas como partidos políticos.
O
Lopes é o símbolo do revanchista atuante, que não deu por acabada a tarefa
encomendada pelo Bilderberg, e que o seu companheiro António Costa vai
cumprindo lentamente, porque não consegue ir mais depressa.
O
Lopes simboliza a vacuidade, o discurso emplastro consumido por uma classe cheia
de nada, balofa.
O
Lopes é um xarope para a obstipação intelectual da classe que representa.
Do
Lopes, não se conhece qualquer facto relevante, é um placebo que só resulta em
quem nele acredita.
O
Lopes é uma coisa chata, um rolo de fio embaraçado, a pastilha elástica na
ponta do sapato, o clister insípido.
O
Lopes, é plasticina disponível, moldada por quem e para quê, vá lá saber-se. Mas
que não aparece por acaso ou por mero capricho, podemos estar certos.
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