terça-feira, 9 de junho de 2015

Cuidado com as avozinhas


Bela imagem, a de o lobo disfarçado de avozinha. Quem é que em pleno juízo não estará de acordo? O autor vai ter que se desunhar para despir o lobo que ajudou a vestir durante tantos anos.

Continue Dr. José Pacheco Pereira, aprecio a sua escrita e a lucidez e labor que tem manifestado na salvaguarda da avozinha dos Costas, Passos e Portas e, porque não, sua também.

segunda-feira, 8 de junho de 2015

OS PISTOLEIROS


Quando a Praça dos Restauradores já estava repleta ainda havia manifestantes aguardando espaço para sairem do Marquês de Pombal.

Os gângsters quando tomam o poder ordenam aos seus pistoleiros para aniquilar quem lhes possa fazer frente. Os gângsters têm como ética a defesa dos interesses do clã, e, rejeitando quaisquer limites ao saque, eliminar quem os contrarie.

Os pistoleiros de serviço na RTP têm alvos precisos contra os quais exercitam diariamente as suas armas letais, e fazem-no friamente, determinados e sem escrúpulos, cobertos que estão pelo capo, padrinho ou ministro, esses também protegidos do Bilderberg, maçonaria ou Opus Dei.

A 6 de junho de 2015 teve lugar a maior manifestação política de que há memória. Na Avenida da Liberdade desfilaram em protesto contra a política dos Alcapónis que nos agridem diariamente, mais de cem mil apoiantes da CDU, cem mil vozes que só tiveram direito a cerca de três minutos no telejornal da 20 horas, depois de uma extenuante cobertura de mais de 25 minutos de promoção ao PS, que só no final do conclave, segundo a rádio, acabou por ter uma casa “mais composta”.

Todos os outros meios de extermínio da verdade noticiaram como faits divers um acontecimento relevante na nossa vida social e política.

Costa, Passos e Portas são os produtos que o capital promove e tenta vender, tal como a Renova publicita e vende o seu papel higiénico.

O colhão direito do governo, que arrota todos os domingos na TVI, bolçou desde a tragédia do sporting à pulseira eletrónica de Sócrates sem uma única referência à marcha da CDU.

É a democracia burguesa no seu esplendor de cujas fossas mediáticas exala o fedor nauseabundo próprio da classe que a sustenta e sustém.

quinta-feira, 4 de junho de 2015

«A FORÇA DO POVO» 6 JUNHO



Botelho Leal – contra-almirante
«Apoio a CDU pelo seu percurso de coerência, clareza de propostas e defesa firme da Constituição da República».
 
 
Fernando Correia – jornalista desportivo
«É preciso dar mais força à CDU para construirmos com o povo português uma vida melhor. No dia 6 de Junho vamos todos demonstrar que queremos romper com as políticas de direita, participando na Marcha Nacional "A Força do Povo"»
 
André Albuquerque actor
«É preciso romper com este ciclo de 38 anos de exploração. Não basta mudar as caras, há que mudar as políticas. O desafio é revitalizar a produção nacional, valorizar e dignificar o trabalho, proteger e reforçar todas as funções sociais e culturais do Estado e, principalmente, voltar a colocar as pessoas no centro das preocupações políticas. A CDU está preparada para essa ruptura, lado a lado com a força do povo. No dia 6 de Junho vamos fazer uma grande marcha. Por um Portugal com futuro!»

quarta-feira, 3 de junho de 2015

AFIRMAÇÃO E LUTA - 6 DE JUNHO


Artigo 21.º
Direito de resistência
«Todos têm o direito de resistir a qualquer ordem que ofenda os seus direitos, liberdades e garantias e de repelir pela força qualquer agressão, quando não seja possível recorrer à autoridade pública.»
Constituição da República Portuguesa


Comovo-me com esta imagem.

Semblante determinado e serenidade.

Afirmação exemplar.


 Vamos dar voz a estes rostos

segunda-feira, 1 de junho de 2015

O que façaremos a este trio?


- ólho Miró -
"nunca o fiz, não faço nem façarei"
E é assim: O que ‘façaremos’ a este trio? Haverá no mundo país onde as três personalidades com maiores responsabilidades institucionais possuam um tão grande equilíbrio na área do cretinismo criativo. Haverá no mundo governantes tão ‘inconseguidos’ espalhando a sua verborréia com o à-vontade de quem semeia flores? Não!
Os medíocres em alcateia são extremamente perigosos, e, se alguma dúvida subsistisse, por infelicidade nossa vivemos sofrendo a sua cabal confirmação.  

Espero que não façaremos os mesmos disparates nas próximas eleições.
“E portanto o meu medo, eu formulá-lo-ia de modo abstrato, é o do inconseguimento em muitos planos: o inconseguimento desde logo de não ter possibilidade de fazer no Parlamento as reformas que quero fazer, de as fazer todas, algumas estão no caminho; o inconseguimento de eu estar num centro de decisão fundamental a que possa corresponder uma espécie de nível social frustracional derivado da crise, isto é, os momentos difíceis também nos dão oportunidades de sentirmos a nossa missão humana no mundo mas também tenho medo que a crise não permita até, eu diria, espaços de energia para ser mais criativa, há sempre esse medo e também a de não conseguimento e tenho medo de não conseguimento ainda mais perverso o da Europa se sentir pouco conseguida e de ela não projetar para o mundo o seu soft power sagrado a sua…”
Passos Coelho segue os ensinamentos da senhora presidenta.