sexta-feira, 7 de agosto de 2015

QUEM O IRÁ VISITAR?


Os carteiristas são pobres até nas visitas. Quantos porta-moedas vazios estes exímios profissionais não abrem durante uma jornada de trabalho arriscada e desgastante? Soares sempre os desprezou.
Mas…

 
Soares visita Bettino Craxi refugiado na Tunísia para fugir à justiça italiana.
«Contos Proibidos – Memórias de um PS Desconhecido. A amizade com Bettino Craxi» No decorrer de uma visita de estado à Argélia o então Presidente da Republica, Mário Soares  visitou o seu amigo Bettino Craxi, fugido da justiça Italiana na Tunísia, acusado de ligações à Mafia.

(Naquele dia, Fernando Barroso e eu teríamos à nossa espera um dos assessores de Craxi para assuntos financeiros, Ferdinando Mach, que nos levaria numa agradável viagem de carro à cidade de Lugano na Suíça, onde nos seria entregue aquele dinheiro. Meio milhão dedólares que deixavam o partido numa situação desafogada.)
Soares visita o “injustiçado” Isaltino
 

Soares está a trabalhar para o Guinness:

O dirigente socialista que mais crápulas de colarinho branco e mãos sujas visitou, presos ou fugidos à justiça.






quinta-feira, 6 de agosto de 2015

O ESBULHO


«EXPORTA E DÁ LUCRO»

Saciada, a matilha esventra o pouco que resta na capoeira que lhes confiaram. As últimas pequenas peças saudáveis, testemunhos reluzentes do nosso vasto e valioso património, estão a ser apressadamente abocanhadas para que nada reste a 4 de outubro.
O crime segue o rasto deixado pelos operacionais dos governos PS que em nada se diferenciam do gangue PSD-CDS.

quarta-feira, 5 de agosto de 2015

OS TOMATES


Meus Amigos!

Hoje, neste blogue, exaltam-se os tomates.

 (Apalpados e fotografados pelo Zé Manel)

O tomate "Macã" pesa 910 gramas e o ‘Coração de Boi’ meio quilo.


Dirão: - afetados por tantos problemas, vem este agora falar-nos de fruta!

Sim, mas escasseiam os tomates de peso, robustos, encorpados, razão para enaltecer os tomates biológicos cultivados e acarinhados na “Quinta dos Cuidados.”

É isso, Amigos, há milhares de toneladas de tomate chucha para enlatar, encharcados de produtos químicos, mas destes, sãos e preparados para a luta, não se encontram a cada esquina.

Em suma:
“Há para aí algum valente que se queira bater com um outro valente?”

Ode ao Tomate
(Pablo Neruda)

A rua se enche de tomates.
Meio-dia, verão,
a luz se parte em duas metades de tomate,
Corre pelas ruas o suco.
Em Dezembro, se solta
o tomate invade as cozinhas,
Entra pelos almoços e se senta repousado em travessas,
Entre os vidros
e as manteigueiras e os saleiros azuis. Tem luz própria,
majestade benigna. Devemos, infelizmente, assassiná-lo:
afundar a faca em sua polpa viva,
é uma vermelha víscera,
um sol fresco, profundo, inesgotável.
Enche as saladas do Chile,
se casa alegremente com a clara cebola,
e para comemorá-lo, deita-se-lhe o azeite,
filho essencial da oliveira,
sobre os hemisférios entreabertos,
adiciona a pimenta a sua fragância,
o sal o seu magnetismo:
são os esponsais do dia,
a salsa embandeira-se,
as migas fervem ruidosamente,
o assado bate à porta
com o seu aroma,
está na hora!
E sobre a mesa
na curva do verão,
o tomate, astro da terra
estrela repetida e fecunda,
nos mostra suas formas,
seus canais,
sua amplitude notável
e abundância desossada,
sem armadura,
sem escamas ou espinhos,
nos dá o presente
de sua cor de fogo
e a totalidade de seu frescor.

Pablo Neruda

domingo, 2 de agosto de 2015

E se os colocássemos em órbita!?




CARTA DE MARINHEIRO

«…da valorização da pesca à promoção da aquacultura, da liderança na biotecnologia azul ou nas energias renováveis oceânicas, à possibilidade de todos os alunos do ensino obrigatório obterem progressivamente a carta de marinheiro.»
[Do «Programa eleitoral Coligação Portugal à Frente PSD/CDS» p.64]

Mantem-se um cheirinho a peixe podre na cartada dos submarinos por estes dois marinheiros de águas turvas no lamaçal do BES. O programa que nos apresentam tresanda a fénico, mas a publicidade na TV para o conseguir vender está garantida.
E os nossos jovens com a carta de marinheiro, seguindo a rota dos seus egrégios avós, irão à descoberta de outras paragens, e se não as encontrarem pelo menos fazem baixar nas estatísticas o número de desempregados.