sábado, 6 de julho de 2019

Sábios e sabichões



O império da media está a perder o pé, o imperialismo sente que a sua principal arma de destruição massiva está desacreditada e que a comunicação dita social, que tem sido e continua ser a principal inimiga da democracia, perdeu a credibilidade, e está a ser rejeitada pelos que a têm sofrido. O senhor Damásio e o entrevistador, poderiam explicar se é democrático deixar os principais centros de informação nas mãos do grande capital, que inocula nos povos todo o lixo tóxico que os próprios já classificam de fake news.

As redes sociais, são o que são, tal como uma faca é o que é, assim como a media é o que todos nós sabemos, e só os sábios esquecem. A dita comunicação social e os que a manipulam, perderam a hegemonia, estão nervosos, e não há sábios que os salvem.

sexta-feira, 5 de julho de 2019

Podemos confirmar o axioma


“A riqueza não é contagiosa.”

Andrés Manuel López Obrador

Presidente dos Estados Unidos Mexicanos

J'accuse ou Jacuzzi

 
 “No decurso das diligências foram apreendidas barras de ouro e notas do Banco Central Europeu, num valor que ronda os 900 mil euros. Os referidos encontravam-se ocultos nas paredes e no vão de um jacuzzi”,

O “cofre jacuzzi” é um produto nacional e… “o que é nacional é bom.” O “colchão de folhelho” guardou também muita guita, mas o cofre versão aquática, atingiu originalidade, tamanha imaginação e um nível qualitativo de tal monta que deve ser registado no Guinness.

 Não é qualquer crápula que se jacuzza em aguinha aquecida sobre barras de ouro. Admiro estes requintes de novo-riquismo, cuja argúcia derrapa face à tecnologia da PJ.

Se muitos dos dirigentes do Partido Socialista, colocassem a imaginação ao serviço do povo, em vez de se dedicarem ao gamanço, tínhamos um bom SNS, justiça, ensino e não necessitávamos de superlotar as prisões com esta canalha, - se fossem presos.

Nota: há gente que não gosta desta fruta, mas… é fruta deles.

quinta-feira, 4 de julho de 2019

Não haverá escrutínio em Leiria para a Assembleia da República

A media, essa presstituta, rameira que simbolizas os meios de intoxicação associal, nos  debochados artigos, noticiários, entrevistas e lupanares redondos, já decidiu quem não será eleito em Leiria. E os seus saltimbancos, de megafone em punho, guincham por todas as esquinas:

“Heloísa Apolónia, não será eleita por Leiria”.

E, afirmação feita, reúnem-se no bordel mediático em monumental masturbação, que Pompeia invejaria.

“A verdade não pode ser entregue aos privados”

Rádios, imprensa e TV, forças de choque da privataria.

quarta-feira, 3 de julho de 2019

Jornalismo vertical

Editorial 
Terça-feira, 2 de julho de 2019  por Benito Perez

Não se enganar com o Estado brigão

EUA / Irão

O Irão passou à ação. Há mais de um ano submetido a sanções económicas tão radicais quão ilegais por parte dos Estados-Unidos, a República islâmica não se sente mais vinculada ao acordo sobre o nuclear que assinou em 2015 com a União Europeia e os membros permanentes do Conselho de Segurança. Abandonada por uma Europa incapaz de manter as suas empresas e comercializar o seu petróleo, Teerão enviou na segunda-feira uma mensagem sem ambiguidades: a corrida ao urânio enriquecido foi relançada.

Os falcões israelo-americanos podem-se alegrar. Os anos de negociações pela desnuclearização do Golfo Pérsico voaram em pedaços desde que Washington renegou os seus compromissos tomados por Barack Obama. Um volte-face e uma política de bastão, a que o presidente dos Estados Unidos infelizmente nos acostumou.

Fanfarrão das relações internacionais, Donald Trump - esmagado pelo bando de neoconservadores que dominam a sua administração - multiplica as decisões arbitrárias. Sanções contra a China, a Rússia, a Venezuela, Cuba, a Turquia e até o Canadá. Ameaças contra empresas europeias, o México, a Índia, etc. Os Estados Unidos limpam os pés ao direito internacional, deixando as arenas multilaterais recalcitrantes uma após a outra. Usando e abusando de seu peso militar e económico que de facto domina, sobre as redes financeiras e informacionais globais.

A tal ponto que esta nação hoje se parece melhor do que qualquer outra ao arquétipo que um dos seus funestos ex-presidentes, Ronald Reagan, certa vez designou, como sendo um Estado brigão. Liberto de todo o respeito perante a soberania de outros da sociedade internacional.

Ou pior: um "estado caïd", tão patente é a impunidade do seu comportamento. Diante de uma comunidade internacional tão cobarde quanto dividida, o chefe do bando dos EUA, hoje não tem limites para o que bem entenda. É de crer que o único guarda-fogo contra Washington, a instar à Coreia do Norte, se encontra no fundo de uma centrífugadora.

Constrição económica apertada

Há dez dias, ao apertar ainda mais o seu poder económico sobre o Irão, Donald Trump sabia que estava colocando esse país contra as cordas. Um jogo no mínimo perigoso. A menos que este seja o objetivo do jogo: empurrar o Irão para dar um pretexto à guerra. De facto, a região nunca pareceu tão perto de uma conflagração.

Europeus, russos e chineses estão mais do que nunca diante de uma escolha. Punirão o Irão por ter passado segunda-feira a linha vermelha ou finalmente se unirão diante das ameaças unilaterais e deletérias do caïd estado-unidense? A resposta europeia, em particular, depende - muito para além do futuro próximo do Golfo Pérsico - de uma certa conceção das relações entre os povos.


terça-feira, 2 de julho de 2019

A REALIDADE E UM POVO QUE SE LIBERTA


 
Os meios de intoxicação associal continuam a ignorar a nova presidência do México, ocultam a “Quarta Transformação Mexicana” (4T), mas a sua perfídia não altera a realidade: o povo mexicano liberta-se, Andrés Manuel López Obrador é o homem digno desse grande Povo.

Neste 1 de junho o povo confirmou e enalteceu a eleição do seu presidente.
m

segunda-feira, 1 de julho de 2019

Jornalismo de vão de escada

Os Estados-Unidos da América arrasaram literalmente a República Popular Democrática da Coreia, a América do Norte tem devastado países em todos os continentes, provocando milhões de mortes e deslocados, semeando miséria e sofrimento. 
Tem apoiado as mais sanguinolentas ditaduras e administra campos de tortura.

TODOS SABEM!

À República Popular Democrática da Coreia, ninguém pode indicar uma só violação do direito internacional.

TODOS SABEM!

No entanto, quando o representante do país que diariamente viola os direitos humanos, pisou o solo da República Popular Democrática da Coreia, foi acusado pela nossa comunicação associal, de ter “legitimado um regime tirânico, violador dos direitos humanos.”

Claro que não se trata de ignorância, mas de muito pior: é o jornalismo de cloaca, a ética a esbracejar nos mais nauseabundos dejetos, os presstitutos de vão de escada controlados pelos chulos do império.

Curiosidade:
Se procurarem no Google “República Popular Democrática da Coreia” aparece-vos “Coreia do Norte – Wikipédia” e República Popular da Coreia – Wikipédia”. Manhosices do Google…