sábado, 23 de junho de 2012
ABRACADABRA
Encontra-se em transe; não se
manifestem nem a perturbem. Ela medita; procura nas ciências ocultas como ocultar o que nos
extirpa.
Valha-nos São Cipriano e
as suas orações.
Oração para Situação Financeira Difícil
«Os meus negócios são de Merkel e, portanto, sou sustentado pela sua poderosa mão, que me guia para a perfeita prosperidade.
Sejam quais forem os obstáculos, não os temerei, porque a mão da Senhora me sustenta e me prepara para um admirável futuro.
Todas as responsabilidades entrego a
Merkel, pois vivo Nela e Ela é quem vive e se manifesta em mim.
Meu coração é o coração de Merkel, minha mente é a mente de Merkel, meus negócios são negócios de Merkel e é Ela quem cuida e resolve
todas as dificuldades.»
Amém!
sexta-feira, 22 de junho de 2012
As pérolas e os porcos
As pérolas e os porcos
A vilania, não tem limites. Quando pensamos que não é possível ir mais além, logo nos surge a negação do que havíamos suposto. Do alto dos seus milhões o merceeiro-mor afaga os seus homens de mão e olha-nos com a arrogância natural aos déspotas.
Não vos vou fazer perder tempo com comentários, despejo aqui o lixo tóxico confiado à Agência Lusa por este abutre, durante um jantar em Paris na Câmara do Comércio e Indústria Franco-Portuguesa.
«"Os empregos nascem em sítios que não estão ao lado de casa" os portugueses precisam de fazer "algum esforço" e “ter vontade”.
"Os homens e as mulheres de 1960
[vinham] em condições muito piores e até levavam uns
tiros na fronteira. Agora vêm de jato e nem assim querem vir",
"Neste momento, a educação das pessoas em Portugal não tem
comparação [com a das gerações anteriores] e, portanto, até é fácil arranjar emprego" [no estrangeiro].
"O problema do
desemprego resolve-se muito bem, desde que as pessoas façam aquilo que é óbvio. O emprego fora de Portugal
é, em muitos sítios no mundo, onde há muita posição, muito
interessante, a ganhar muito bem. Mas Portugal não se
habituou".
“Portugal deve reforçar as relações com as comunidades emigrantes na Europa e
no mundo”.
Sem essa «comunhão» e sem esse «reforço de identidade»,
argumentou, Portugal acabará por «enfraquecer o sentimento e o orgulho de ser português e, uma vez anulada a ligação afectiva [entre os emigrantes e a sua terra], o país perderá um extraordinário potencial humano de que pode dispor».
“O nosso futuro como país dependerá
da qualidade da nossa emigração, [da] capacidade de reconquistar os nossos emigrantes, de
valorizá-los. Porque eles são, muito
frequentemente, os melhores, os mais
experimentados, e [têm] uma visão global do mundo, que os distingue
dos que não conheceram senão o lugar onde vivem»
«Seremos capazes, todos juntos, de voltar a dobrar o Cabo Bojador». Disse ele!
quarta-feira, 20 de junho de 2012
«MISTURA EXPLOSIVA»
Vejam bem!... Reparem
na estrutura sibilina desta parangona.
Ficamos sem saber a composição da “mistura explosiva” que “faz do
desemprego um problema sem solução à vista”. Para quem passa com olhos por esta chapa compreende
de imediato que “o
desemprego é um problema sem solução à vista” mas não consegue descodificar a composição da “mistura explosiva.” E sendo o
texto longo e ilustrado
com desempregados de expressão calma e sorridente a explosão não vai além de um petardo de jogos carnavalescos. Esconde que o explosivo, o detonador, a mecha e os fósforos se encontram na direita revanchista sempre com a cobertura do PS.
Ou seja; com as agressões perpetradas
contra os trabalhadores o
desemprego que já era esperado, passou
de 3,9% em 2000 para 14,9% no primeiro trimestre de 2012. Eles sabiam e
sabem que as “rescisões e a falta de crédito causam
desemprego”, sabiam e sabem que o novo Código Laboral é mais uma volta no torniquete usado pelo PS/PSD/CDS
e PR contra o povo trabalhador.
A MOÇÃO DE CENSURA
vem tornar mais clara a ignomínia e desmascarar os responsáveis pela violência que se abate sobre o mundo do trabalho.
terça-feira, 19 de junho de 2012
“Fórmula: «PS/PSD/CDS = FOME”
A EVIDÊNCIA
«Repetir evidências passou a ser uma necessidade no combate à alienação das grandes maiorias,
confundidas e manipuladas pelos responsáveis da crise de civilização que atinge a humanidade.
Talvez nunca antes a insistência em iluminar o óbvio oculto tenha sido tão importante e urgente porque a falsificação da História e a manipulação das massas empurra a humanidade para o abismo.
Essa tarefa assume um carácter revolucionário porque as forças que controlam o capitalismo utilizam as engrenagens do sistema mediático para criar uma realidade virtual que actua como arma decisiva para a formação de uma consciência social passiva, para a robotização do homem.»
Miguel
Urbano Rodrigues
In, RESISTIR-INFO
segunda-feira, 18 de junho de 2012
É tempo de dizer BASTA!
Oh santa violência de que me não livro! Perdão, mil vezes perdão pela cólera que me assiste nas
abstenções que tudo esmagam.
Perdoa-me Senhor! Prometo compreender o PDS/CDS como me compreendo
a mim mesmo. Estou Seguro que conseguirei
moderar a minha oposição levando-a a
que se manifeste cada vez mais como sendo uma conivência militante. Nós somos o maior partido da oposição, e disso nos
apercebemos através dos meios de intoxicação social, são eles que nos colocam
nessa incomoda posição. Nós procuramos ser uma oposição civilizada,
europeia, troikiana, fmiana e bceana, moderna, em suma, e A BEM DA NAÇÃO.
Mas Satanás persegue-me
metamorfoseado de PCP, bem me esforço em esconjurar por exorcismos vários, esse demónio que me surge em todas as esquinas da alma.
Perdoa-me nosso Senhor dos Passos Portas. Amém!
Guia para candidatos aos infernos
Candidatos coléricos
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Nós, os coléricos, temos a nossa própria honra.
Sempre levámos a sério as ameaças dos livros sagrados.
Sempre acreditámos que a cólera decidiria deste nosso lugar.
Escolhemos, apesar disso, a grande recusa, dispostos a tudo.
Ou foi ela a escolher-nos, dá no mesmo.
Mostrámos aos doutores de todas as igrejas que desprezávamos as suas ameaças.
Mostrámos aos donos do mundo o teor da nossa justa fúria.
Mostrámos aos timoratos que o medo é curável.
Mostrámos ao nosso medo que não o tememos.
Nenhum de nós aqui tem medo. Medo de quê?
Dos homens de cornos e olhos de mocho?
Dos grandes lagartos de línguas longas?
Dos que têm enguias e cobras na boca?
Dos que têm lábios de patas de polvo?
Do dragões que vomitam fogo?
Dos venenos? Dos monstros?
A nossa cólera foi a nossa força.
Sempre levámos a sério as ameaças dos livros sagrados.
Sempre acreditámos que a cólera decidiria deste nosso lugar.
Escolhemos, apesar disso, a grande recusa, dispostos a tudo.
Ou foi ela a escolher-nos, dá no mesmo.
Mostrámos aos doutores de todas as igrejas que desprezávamos as suas ameaças.
Mostrámos aos donos do mundo o teor da nossa justa fúria.
Mostrámos aos timoratos que o medo é curável.
Mostrámos ao nosso medo que não o tememos.
Nenhum de nós aqui tem medo. Medo de quê?
Dos homens de cornos e olhos de mocho?
Dos grandes lagartos de línguas longas?
Dos que têm enguias e cobras na boca?
Dos que têm lábios de patas de polvo?
Do dragões que vomitam fogo?
Dos venenos? Dos monstros?
A nossa cólera foi a nossa força.
Almeida Faria
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