sábado, 26 de dezembro de 2015

DOIS EM UM


Por que é que se pode acabar com tudo menos com os bancos?

(AQUI)

«O governo de António Costa fez bem em ser expedito, mas as críticas que o BE e o PCP e muitos portugueses lhe fazem de não ter rompido com os privilégios especiais da banca pagos com o erário público, têm sentido.»

La banca “carnívora”
  (AQUI)

sexta-feira, 25 de dezembro de 2015

quinta-feira, 24 de dezembro de 2015

Presente de natal


Argentina

Gigantesca marcha contra el ajuste de Macri y por un bono de 5000 pesos.

A direita radical argentina, ainda mal-ajeitada no poder e, já os trabalhadores saem à rua enviando-nos estas imagens de confiança e luta como presente natalício..

terça-feira, 22 de dezembro de 2015

As lágrimas também se esgotam

Quando observo o imediatismo que envolve a receção aos refugiados, recordo o romance de Constantin Virgil Gheorghiu “A 25ª hora”. O protagonista, Iohan Moritz, no final da segunda guerra mundial, após ter passado pelos tormentos que a guerra lhe impôs, é encontrado e acolhido por jornalistas e fotojornalistas, e para ilustrarem a notícia com a alegria da libertação, insistem que sorria para as câmaras. Se bem me recordo, o livro termina com “‘Keep smiling, keep smiling…’

Os refugiados vindos das guerras provocadas pelos que se fazem passar por bons samaritanos, e onde deixaram familiares e amigos, os seus melhores bens, - e porque se outros bens tivessem consigo na Dinamarca seriam confiscados, - são recebidos por altas figuras do Estado enquadradas pelas televisões e um exército de jornalistas. Talvez porque não soubessem traduzir para os seus idiomas, não ousaram pedir-lhes que sorrissem. De lágrimas esgotadas, não se consegue chorar, nem sorrir.

segunda-feira, 21 de dezembro de 2015

BANSKSTERS


 

«Com perdas “elevadíssimas” para os contribuintes»
   
E tudo se passa com a maior das naturalidades. As rádios, os jornais e televisões enchem-nos de mensagens de muito amor nos festejos natalícios a par de propostas de réveillons com grande leque de preçários.

São 2.255.000.000 €, - dois mil milhões e duzentos e cinquenta cinco mil euros… são aos mil milhões, a juntar aos nove mil milhões do BPN e mais, muitos mais mil milhões do BES e mais, muitos mais bifados por outros crápulas que vão gozar a consoada rindo-se de nós.

Estão todos no quentinho, na harmonia do doce lar, nem um só a ferros.

Eu passaria só com uma sopa diária para ouvir ganir todos os acomodados-coniventes e os cretinos e inconsequentes que com a sua inércia física e mental os têm apoiado.

E quanto aos conscientes que lutam contra os corruptos que têm infestado todos, todos os governos!?…

Que não baixem os braços. Nada é eterno!