terça-feira, 30 de outubro de 2018

Alerta aos docentes

Os métodos nazis

Não há derrota definitiva, nem triunfo definitivo, diz Mujica



Não há derrota definitiva, nem triunfo definitivo, diz Mujica


«O ex-presidente do Uruguai, José Pepe Mujica, comentou o resultado das eleições no Brasil na noite deste domingo (28): “não há derrota definitiva, nem triunfo definitivo”.
“A vida é uma luta permanente com avanços e retrocessos. Não é o fim do mundo”, disse Mujica sobre a vitória de Bolsonaro no Brasil
Assim como o Brasil, o Uruguai também sofreu com uma ditadura militar. Por defender a democracia, Mujica, que era um militante do Movimento Tupamaro, passou 12 anos preso e não vê com pessimismo o cenário político atual: “a vida é uma luta permanente com avanços e retrocessos. Não é o fim do mundo”.
Para o ex-presidente, a esquerda deve “aprender com os erros e começar novamente, isso deve ser permanente”.

Porém, uma vitória nunca é definitiva e o trabalho deve ser constante para conscientizar as bases e seguir de forma sólida. “Tampouco podemos crer que quando vencemos tocamos o céu com a mão e chegamos a um mundo maravilhoso, não, apenas subimos um degrau. Devemos ter humildade do ponto de vista estratégico”.

Jair Bolsonaro (PSL) venceu a eleição presidencial com 55,13% dos votos. Fernando Haddad (PT) obteve 44,87%. Em seu primeiro discurso após eleito, o novo presidente manteve o tom autoritário de sua campanha e afirmou que “o Brasil não pode continuar flertando com o socialismo, o comunismo, o populismo e o extremismo de esquerda”.»

sábado, 27 de outubro de 2018

Bolsonaro e o lança-chamas

«A suposta aplicação de sua filosofia [Paulo Freire] nas escolas públicas é alvo de críticas por parte do candidato à presidência, Jair Bolsonaro (PSL), para quem seus ensinamentos “marxistas” atrapalham o desenvolvimento dos alunos. Ao criticar o Ministério da Educação (MEC), disse que se eleito “vai entrar com um lança-chamas no MEC e tirar o Paulo Freire de dentro”».
Paulo Freire

- Pedagogia do oprimido –
 

Eu, ateu, agradeço-lhe

Nem tudo está perdido

sexta-feira, 26 de outubro de 2018

O GRITO E AS LÁGRIMAS


Brasil: virada histórica ou a arte de engolir elefantes (Público)


Brasil: virada histórica ou a arte de engolir elefantes

A virada histórica é possível. Mesmo que alguns tenham de engolir um elefante vivo, a digestão será muito mais fácil.

Público

A VOZ DE UM LUTADOR

LUTAR ATÉ AO FIM, E CONTINUAR A LUTA

quinta-feira, 25 de outubro de 2018

É NECESSÁRIO E URGENTE



Entramos nesta luta como se fosse nosso: É nossa!

Chega de relambórios, de análises ou radiografias, a doença está diagnosticada, é urgente ministrar o único fármaco de que dispomos: Fernando Haddad, PT!

Os que publicam análises requentadas salpicadas de lágrimas e repetem o que já mil vezes foi dito: que a doença é grave, que o sofrimento vai ser longo e doloroso, que o mundo nem quer acreditar que alguém morra com o tratamento à cabeceira, recusam afirmar: Fernando Haddad, PT!

Que a vergonha se abata sobre todos os que ainda agora, não têm a coragem de gritar: votem em Fernando Haddad, PT!

Mas não. Há uma cobardia intelectual, capaz de enunciar mil vezes o nome do perigo, mas não conseguem dizer de modo escancarado: votem Fernando Haddad, PT.

Deixaram de dizer que Lula, Haddad e o Coiso, são a mesma coisa, mas nem mesmo assim, para se redimirem são capazes de afirmar alto e bom som: Votem Fernando Haddad, PT.
  
«Numa reunião política, em que foi decidido alter a nossa opção de voto, aceitámos estoicamente a decisão revolucionária, e assumimo-la sem complexos. O Povo assim o exige»

terça-feira, 23 de outubro de 2018

Dedico este meu post

A todos os que, por ignorância estupidez ou maldade, contribuíram para que o povo brasileiro dê voz ao fascismo. Aos "revolucionários" que contribuíram com as suas análises de merda para esta catástrofe, o meu total desprezo. Há crimes que não devemos perdoar, nem mesmo aos figurantes.

segunda-feira, 22 de outubro de 2018

Embrulhar a notícia e promover o fascismo


Os termos ‘cívico, cidadania, soberania,’ são vocábulos que se adaptam às circunstâncias, apresentam-se como não sendo carne nem peixe, mas cujo odor nem sempre é agradável de suportar.

Vem isto a propósito de um escrito ‘Triste povo brasileiro’ de um astucioso Paulo Metri, amplamente transcrito por todos os Pilatos, que não têm coragem para tomar partido e se fazem passar por progressistas ou mesmo revolucionários.

É uma peça exemplar com todos os artifícios que deixam no leitor a promoção do veneno que dizem não ser de ingerir: “Para tranquilizar meus amigos, não tenho gana de criticar Bolsonaro, até porque as críticas às suas falas são obviedades ululantes.” Bolsonaro que acabam por afirma ser amargo, é citado sete vezes para que se absorva o vocábulo, e Fernando Haddad e o PT, única alternativa ao purgante que não se aconselha, são totalmente ignorados.

Dirão os menos atentos e os muito sabidos: - mas Metri denuncia “as obviedades ululantes”. Sim, denuncia o sobejamente sabido, mas cala o essencial, cala o que não lhes deixam dizer: que para extirpar o veneno é imprescindível a votação em Fernando Haddad.