segunda-feira, 17 de dezembro de 2018

Para o Afeganistão, e em força!

Esta é a nossa guerra!

Pacientes faltaram a mais de meio milhão de consultas devido a custo dos transportes e um em cada dez portugueses não comprou medicação por falta de dinheiro no ano passado, revela estudo da Universidade Nova de Lisboa

É elementar concluir que muitos morrerão prematuramente. Esta é a nossa guerra!
MAS…

e

«O primeiro-ministro, António Costa, almoçou este domingo com as forças portuguesas na missão da NATO em Cabul, Afeganistão, para manifestar o "reconhecimento do país" pelo "sacrifício" dos militares perante uma "ameaça particularmente difícil"».

"ameaça particularmente difícil"


 
Na moderna “Guerra Santa” promovida pela NATO ao serviço do “Império Ianque”, as tropas por nós pagas, e “com o reconhecimento do país”, protegem o saque.

E POR CÁ, PROMOVEMOS PEDITÓRIOS PARA COMPRAR MEDICAMENTOS E CURAR OS POBREZINHOS NESTA SANTA QUADRA NATALÍCIA. 

QUE DELÍCIA!

domingo, 16 de dezembro de 2018

Os mercenários

(latim mercenarius, -a, -um, assalariado, alugado, pago, comprado)
Todo o trabalhador pago para fazer greve, é mercenário ao serviço de quem o recruta. O grevista pago, é aquele que não participa em lutas honestas, escusando-se com argumentos mal-amanhados, mas que sem se expor beneficia do esforço alheio. O grevista pago, desvirtua a nobreza de uma forma de luta que desde sempre enalteceu a classe trabalhadora. A greve paga, dirigida por “sindicatos” forjados à pressa, ditos “independentes” “apartidários”, mas de alcovas conhecidas, é contrária aos interesses dos próprios trabalhadores, sem que muitos deles se apercebem que são instrumentos de quem os maneja.

sábado, 15 de dezembro de 2018

Às armas



(PES)
Batalhão de infantaria
Academia do (PES) treina 15 mil ativistas
o equivalente a 30 batalhões de infantaria num exército regular

Antecedendo o congresso, a Academia de Campanha 2019 organizou acampamento de dois dias para 15 mil ativistas que vão estar envolvidos nas eleições europeias, durante o qual diretores e estrategas de campanhas bem-sucedidas nos EUA, no Reino Unido e na Suécia levaram a cabo sessões de treino em técnicas eleitorais, campanhas digitais, mobilização das bases e combate à desinformação. Os jornalistas que acompanham o congresso foram convidados para assistir à sessão de ontem intitulada Fighting fake news and hate speech for the sake of Democracy’ (Combater as e os discursos).

Quem conquistar o Parlamento Europeu, domina “democraticamente” toda a Europa. Steven Banon, que não perde tempo, também já começou a organizar a extrema-direita, tendo como objetivo tomar de assalto um terço das cadeiras do PE. George Soros com Vourofakis, seu homem de mão, aposta na “extrema-esquerda” de Melanchon, BE, Podemos, Syriza, DiEM25… e o esvoaçar de múltiplas vespas apartidárias, apolíticas, sem ideologia nem veneno.

«Treino em técnicas eleitorais, campanhas digitais, mobilização das bases e combate à desinformação.

Os detentores das “armas digitais” partem para a corrida em bólides supersónicos alimentados pela democracia que têm defendido.