Os Legionários
salazarentos organizaram cursos de defesa civil do
território em todas as empresas; (“Guerra atómica-efeitos e proteção: manual
nº3 do curso básico de defesa civil do território. Editado em 1954 pelo Comando
Geral da Legião Portuguesa em Lisboa.”) quando num desses cursos o
instrutor referiu que, caso fossemos atacados com uma bomba atómica devíamos
(ponto 2) “atire-se ao comprido para o chão”, logo um meu colega
interpelou: “é a primeira vez que oiço dizer que, um português, não deve morrer
de pé”. Brincadeira à parte, não me admiro que um dia destes sejamos obrigados
a ter em casa, no carro ou não podermos tomar qualquer transporte, tal como no
Covid, desde que não nos façamos acompanhar desta tranquitana.
quarta-feira, 2 de abril de 2025
O kit Von der Leyen, ou, e se o ridículo matasse?
Libertar esclarecendo
Bruno Amaral de Carvalho
Na vereda sombria na qual entrámos há três anos e
que a todos desde a primeira hora aconselhou mil cuidados no recurso a jogos de
habilidade que impedissem aos inquisidores, aos denunciantes e aos
perseguidores da liberdade alheia mais impunidade, o nome de Bruno Amaral de
Carvalho ocupa um merecido lugar de destaque. Terá sido o único português a
arrostar todos os perigos e a deslocar-se para o centro do conflito armado e
oferecer aos seus concidadãos o contraditório à carapaça de mentiras que desde
2022 passou a ser lei.
Quando há cerca de um ano a sua obra saiu, a maquineta totalitária pôs-se de imediato em movimento. Sofreu a censura, as ameaças, a perseguição, a difamação e até as tão características esperas em que as polícias políticas informais se especializaram para calar de vez as vozes incómodas. Entretanto, o edifício repressor abriu fendas. Parte da opinião pública foi saindo do estado de embrutecimento, procurou outras fontes e rendeu-se ao trabalho de Bruno Amaral de Carvalho. No momento em que desaparecem dos escaparates das livrarias as biografias encomiásticas de Zelensky e do seu detestável regime, o Guerra a Leste: 8 meses no Donbass chega à terceira edição e ascende ao merecidíssimo lugar de destaque. Uma grande vitória para a liberdade e um prémio de valor para o homem que quis contar aos portugueses que aquela guerra era, afinal, a guerra de libertação dos russos da Ucrânia.
Miguel Castelo Branco (Do Facebook)
"lucidez geriátrica"
De boca fechada, seriam poetas! Só que não: os
fundadores do Bloco decidiram sair do centro de assistência de dia onde estavam
a apanhar pó, convencidos de que o mundo precisa outra vez da sua lucidez
geriátrica para combater o "fascismo". E ninguém lhes diz que era
melhor ficarem quietos, não vá a artrose piorar.
Precisamos muito do Bloco de Esquerda, que nunca
fez outra coisa senão masturbação política com dinheiro público. Um partido que
nunca construiu nada, nunca reformou nada, nunca fez avançar Portugal um
milímetro que fosse, mas que sempre soube muito bem como viver à grande na
retórica revolucionária, nos subsídios e nas mordomias do sistema que fingem
combater. São os radicais domésticos do regime, os revolucionários de
secretária, os trotskistas com cartão de crédito institucional. A sua grande
obra política foi criar mais palavras acabadas em "-fobia" do que
empregos produtivos.
José Moreno (do Facebook)
terça-feira, 1 de abril de 2025
Dos jornais
Os jornais, em grandes parangonas, banalizam o crime, um mais entre milhares, é a rotina de uma mórbida realidade para a qual se ignora a vacina. A insensibilidade criminosa, nomeadamente dos dirigentes europeus, tornou-se estrutural, as guerras são o seu bem-estar e ganha-pão.