segunda-feira, 1 de junho de 2015

O que façaremos a este trio?


- ólho Miró -
"nunca o fiz, não faço nem façarei"
E é assim: O que ‘façaremos’ a este trio? Haverá no mundo país onde as três personalidades com maiores responsabilidades institucionais possuam um tão grande equilíbrio na área do cretinismo criativo. Haverá no mundo governantes tão ‘inconseguidos’ espalhando a sua verborréia com o à-vontade de quem semeia flores? Não!
Os medíocres em alcateia são extremamente perigosos, e, se alguma dúvida subsistisse, por infelicidade nossa vivemos sofrendo a sua cabal confirmação.  

Espero que não façaremos os mesmos disparates nas próximas eleições.
“E portanto o meu medo, eu formulá-lo-ia de modo abstrato, é o do inconseguimento em muitos planos: o inconseguimento desde logo de não ter possibilidade de fazer no Parlamento as reformas que quero fazer, de as fazer todas, algumas estão no caminho; o inconseguimento de eu estar num centro de decisão fundamental a que possa corresponder uma espécie de nível social frustracional derivado da crise, isto é, os momentos difíceis também nos dão oportunidades de sentirmos a nossa missão humana no mundo mas também tenho medo que a crise não permita até, eu diria, espaços de energia para ser mais criativa, há sempre esse medo e também a de não conseguimento e tenho medo de não conseguimento ainda mais perverso o da Europa se sentir pouco conseguida e de ela não projetar para o mundo o seu soft power sagrado a sua…”
Passos Coelho segue os ensinamentos da senhora presidenta.

2 comentários:

Olinda disse...

O post estâ bem conseguidi!Conseguirao,com as costumeiras aldrabices,estes tratantes,dar a volta ao eleitorado menos informado,ou mais desinformado?

Abraco

Sérgio Ribeiro disse...

São um espanto espantoso... A todo o momento estes espantalhos conseguem, apesar do meu inconseguimento, espantar-me. Assim como aos pardais que, espantados com tais espantalhos espanta-pardais, neles pousam e neles deixam sinais do seu pousar e obrar, porque obrar é uma necessidade muito concreta e objectivada do abstracto que nenhum pardal inconsegue, mesmo quando está perdido de riso.