sexta-feira, 16 de outubro de 2026

A UE de mãos vazias

A expressão corporal do António encolhidito e de mãos vazias avisando Ursula de que a situação está preta, que Putin vende chips e gasóleo ao Trump que faz um manguito ao Natostão, e o mais grave, que o povinho quer a devolução do seu dinheiro oferecido a Zelensky e, preocupante, que na EU há guerra entre o povo e a polícia no reino da Bélgica e da Espanha e Macron endividado e de calças na mão está em apuros, na terra do Antoninho já se acampa, e o democrático cassete anda à solta.

Hoje 17 a força laboral vai gritar alto

 

segunda-feira, 12 de outubro de 2026

A Nobel e o Louco

A advogada Navanethem 'Navi' Pillay, galardoada com o Prémio Nobel da Paz, gracejou ao ser recebida com aplausos: "Muito obrigada. Se aplaudirem um pouco mais, talvez compartilhe este prémio com Trump".

  

Donald Trump, afirmou que ninguém na história merece mais do que ele o Prémio Nobel da Paz "Não apenas deveria recebê-lo este ano, como nunca houve ninguém na história do Prémio Nobel que o mereça mais. Eu acabei com oito guerras e evitei, talvez, a aniquilação total do mundo.


domingo, 11 de outubro de 2026

Dia 17 ‘O custo de vida e a luta de classes’

  

Dia 17 ‘O custo de vida e a luta de classes’

O Orça­mento do Estado para 2027 acaba de ser divul­gado, mas a con­vo­ca­tó­ria da CGTP para a mani­fes­ta­ção do pró­ximo sábado, dia 17, foi feita muito antes de serem conhe­ci­dos os gran­des (e peque­nos) núme­ros com que Por­tu­gal vai ser gerido no pró­ximo ciclo orça­men­tal. É como se a prin­ci­pal cen­tral sin­di­cal do país já adi­vi­nhasse que aquele docu­mento não iria tra­zer nada de muito novo ou apa­zi­gua­dor para um con­texto de subida gene­ra­li­zada dos pre­ços e, por arrasto, do custo de vida. E, assim, o des­con­ten­ta­mento vai sair à rua, atra­vés de um pro­testo naci­o­nal que con uirá para Lis­boa, Porto e Coim­bra. Há duas exi­gên­cias prin­ci­pais: uma revi­são sala­rial, atra­vés de um aumento salá­rio mínimo naci­o­nal para 1100 euros a par­tir de 1 de Janeiro de 2027; e aumen­tos gene­ra­li­za­dos para todos os tra­ba­lha­do­res de pelo menos 15% (com um mínimo de 150 euros). O pro­testo do pró­ximo sábado — no qual, cer­ta­mente, se fará ouvir o slo­gan “O custo de vida aumenta; e o povo não aguenta!” — é o cul­mi­nar de “um mês de mobi­li­za­ção” pro­mo­vido pela CGTP, desde 17 de Setem­bro, que envol­veu a orga­ni­za­ção de ple­ná­rios e outras acções sin­di­cais.