Portugal submerso e às escuras e sem capacidade para socorrer populações
indefesas, mas…
Faltam-nos também geradores para iluminar os milhões de cidadãos que
continuam a apoiar estes criminosos.
Portugal submerso e às escuras e sem capacidade para socorrer populações
indefesas, mas…
Faltam-nos também geradores para iluminar os milhões de cidadãos que
continuam a apoiar estes criminosos.
Ministros aparvalhados balbuciam trivialidades, anunciam reuniões e conclusões de farsa, o PR aproveita para se deslocar ao Vaticano, a insensibilidade dos governadores deste protetorado é insana, repugna e entristece.
O 25 de novembro de 1975
anunciou o temporal, os primeiros sopros da tempestade traziam avisos de
privatizações, intempéries de corrupção, o desabar de empresas estatais que
poderiam ter amenizado o sofrimento que ora nos aflige; a EDP que havia levado luz
a aldeias isoladas, foi desmembrada e entregue a preço de saldo a abutres que
se pavoneiam de bolso recheado, a água, as comunicações rodoviárias,
ferroviárias ou de telecomunicações, não escaparam à gula, e a Banca usurária e
arrogante controlando a alcateiam que nos usa. Todas as estruturas que sustêm um Estado
soberano e independente foram relegadas a interesses privados, e privados
ficamos do que nos pertencia com as consequências visíveis e sentidas. Ministros
aparvalhados balbuciam trivialidades, anunciam reuniões e conclusões de farsa, o
PR aproveita para se deslocar ao Vaticano, a insensibilidade dos governadores
deste protetorado é insana, repugna e entristece.
Nas zonas afetadas o PCP vive a tragédia com as populações
A comunhão efetiva que desde
sempre os comunistas mantêm com o povo de que são fruto e semente, não se
resume a manifestações de pesar ou boas intenções, a solidariedade é ativa e
corporizada na sua constante militância.
O PCP quis chamar o Governo ao Parlamento. Aguiar
Branco considerou que tal só poderia acontecer com consenso. PSD e Chega não
responderam no prazo; o CDS defendeu manter a ausência de plenários; e o PS – rosa-cinzento
- disse que não se oporia se houvesse unanimidade, o que não se verificou.
Entretanto o sofrimento aguarda a aspirina dos sempre dispostos a socorrer os banqueiros com o nosso dinheiro.
Só os não cegos entendem!
“Odio gli indifferenti”. Avanti! (Turim, 11 fev. 1917)
Antonio Gramsci (1891-1937)
Perante os impactos da tempestade Kristin, o PCP exigiu um plenário na Assembleia da República — 4 de fevereiro — para que o Governo desse explicações e respondesse às populações afetadas. Centenas de milhar continuam sem eletricidade, água e comunicações, milhares de famílias viram as suas casas danificadas. O PCP não aceita o abandono: continuará a intervir para garantir respostas, apoios e a reposição dos serviços essenciais.
Do FB sem autorização
Apelar ao voto seguro é, hoje, uma decisão
defensiva. Não porque represente esperança, mas porque o outro campo político
encarna obscurantismo, oportunismo e uma deriva autoritária que instrumentaliza
o medo e o ressentimento. Perante isso, é necessário puxar o travão de
emergência, um gesto mínimo para impedir um retrocesso civilizacional mais
profundo. Não é um voto de entusiasmo, é um voto de contenção, feito apenas por
receio e não por convicção.
Não nos iludamos. Mesmo vencendo o “mal menor”,
não se abre aqui uma presidência alinhada com os interesses de quem trabalha. A
chefia do Estado, tal como se desenha, continuará a funcionar dentro dos
limites estruturais do poder existente, respeitando a arquitetura económica
dominante e garantindo a estabilidade necessária à reprodução desse modelo. Não
há sinais de que venha a confrontar politicas de fundo, como por exemplo o
pacote laboral do governo, muito menos a questionar a lógica de precarização,
flexibilização e desvalorização do trabalho que atravessa todo o regime
político atual. A neutralidade institucional, tantas vezes celebrada, é na
prática cumplicidade com a correlação de forças existente.
É precisamente aqui que a decisão revela o seu carácter histórico trágico. Vota-se para evitar o pior, sabendo que o essencial permanece intocado. O conflito entre capital e trabalho é empurrado para fora do horizonte político, tratado como excesso ou anacronismo, enquanto se pede contenção a quem já vive contido. A escolha não é entre projetos de transformação, mas entre diferentes formas de gestão da mesma ordem social. Este voto defensivo não é derrota moral, é o retrato cru de um tempo em que as classes dominantes conseguiram impor os seus limites como se fossem os limites do possível. E reconhecer isso é o primeiro passo para não confundir sobrevivência com emancipação.
UNI-VOS!
Acesso ao estudo»» www.eugeniorosa.com
Neste estudo, utilizando dados oficiais, sobre a
repartição da riqueza, salários e pensões, procuramos mostrar, como o
agravamento das desigualdades e das condições de vida em Portugal estão a
contribuir para tornar o discurso populista da extrema-direita apelativo, até
junto de jovens que não conseguem vislumbrar um futuro com perspetivas. E isto
porque muitos que têm acesso privilegiado aos media revelam espanto e
incompreensão que resulta, a nosso ver, de se esquecerem que é o “ser que
determina a consciência”, e não o contrário, ou seja, as condições materiais da
vida influenciam de forma decisiva as opções da maioria dos indivíduos
UM ALERTA- AS MANOBRAS QUE ESTÃO EM CURSO DAS
ASSOCIAÇÕES PATRONAIS E DO GOVERNO DE MONTEGRO PARA PRIVATIZAR UMA PARTE DA
SEGURANÇA SOCIAL, DESVIANDO UMA PARCELA DAS SUAS RECEITAS PARA FUNDOS DE
PENSÕES PRIVADOS, O QUE COLOCARIA EM RISCO A SUSTENTABILIDADE DA SEGURANÇA
SOCIAL E O PAGAMENTO DAS PENSÕES AOS PENSIONISTAS- Neste vídeo procuro , com
uma fala pausada até para dar tempo para que possam ler o que está nos gráficos
e nos quadros, desconstruir a campanha de desinformação que está em curso,
fornecer dados verdadeiros sobre a situação real da Segurança Social e dos
pensionistas, e também as manobras do governo e dos patrões, para desviar uma
parte das receitas da Segurança Social para fundos privados de contribuição
definida o que, a concretizar-se, destruiria a Segurança Social tal como é
definida na Constituição da República, colocaria risco a sua sustentabilidade e
o pagamento das pensões aos atuais pensionistas e os futuros não saberiam qual
o valor das suas pensões pois o risco dos mercados financeiros seriam
transferidos para eles porque os patrões e as empresas de fundos de pensões
nunca aceitariam assumir esses riscos. Recorde-se a este propósito o
comportamento de Paulo Macedo que, para apresentar enormes lucros, tudo fez e
conseguiu transferir o fundo de pensões dos trabalhadores da CGD para a
responsabilidade do Estado (CGA). Associado a tudo isto, é importante recordar
que Maria Luís Albuquerque, que foi ministra das Finanças do governo de Passos
Coelho/Portas e que agora é membro da Comissão Europeia para área financeira,
anda a vender a ideia de que é necessário criar fundos de pensões europeus ,
onde devem ser aplicados o dinheiro dos trabalhadores pois as atuais aplicações
dão um rendimento baixo, para assim se poder financiar o rearmamento da Europa,
portanto a rentabilidade desses fundos dependeria dos lucros das empresas de
armamento. E quanto mais crises se verificassem e mais ameaças de guerra se
registassem ou guerras tivessem lugar maiores seriam os lucros dessas empresas.
"Não podemos esperar, não podemos adiar."
Jorge Moreira da Silva,
Diretor Executivo do Gabinete das Nações Unidas para Serviços de Projetos
(UNOPS), alertou na quinta-feira que a dimensão da destruição em Gaza superou
largamente as expectativas após uma visita ao território.
"Não teria imaginado
o que vi hoje, que é destruição total, não resta muito de pé", disse da
Silva aos jornalistas, sublinhando a urgência de uma ação imediata. "Não
podemos esperar, não podemos adiar."
Disse que os palestinianos em toda Gaza vivem numa situação desumana, pois bairros inteiros, hospitais, escolas e infraestruturas essenciais foram gravemente danificados ou destruídos, forçando centenas de milhares de pessoas a procurar refúgio em condições improvisadas.
(Do facebook e já noticiado nos media)
NÃO SOMOS UCRÂNIA
SOMOS PORTUGAL
Nada de incomum, apenas uma doente
oncológica em estado terminal deitada no chão do hospital de Coimbra, porque
não havia macas!
Tudo começou com o pedido do filho
João Gaspar ao INEM para chamar uma ambulância, quando a sua mãe, com câncer na
região abdominal, em tratamento de quimioterapia, sentiu-se mal e com dores
intensas. Mas no INEM informaram que não havia viaturas disponíveis, então os
familiares levaram a doente para o serviço de urgência do hospital de Coimbra
no seu próprio carro. Devido à falta de macas no departamento, foi-lhes dada
uma cadeira de rodas, e eles a transportaram para dentro do hospital. A mãe
gritava de dor, mas os médicos presentes na sala não lhe prestaram assistência.
A única solução foi deitá-la no chão sobre uma toalha, em 2026, conta o filho
da doente.
E só ao notar a filmagem do que
estava a acontecer, os médicos presentes começaram a reagir e administraram-lhe
morfina. O filho João Gaspar questiona nas redes sociais: "Para que
fazemos contribuições e pagamos impostos, quando no final somos tratados como
lixo?".
Mas foram capazes de transferir 50
milhões de euros para a montagem de drones para a Ucrânia, que maravilha.
(NTP)
Ao abrir um caixote de lixo, o fedor causa-me náuseas, não posso evitar o vómito com as declarações dos governantes que rastejam na lama do sabujismo retorcendo-se na apologia do crime.
Rangel com Guaido quando da tentativa de golpe a partir da Colômbia
"O Governo
português defende Edmundo González para novo Presidente da Venezuela,
Montenegro e Marcelo acreditam no “papel dos EUA” na transição."
Claudia Sheinbaum y Donald Trump
"No
México, o povo manda. Somos um país livre, independente e
soberano. Cooperação sim; Subordinação e intervenção, não (...) Qual é essa ideia, quem eles vão
bombardear ou o quê? Também o que isso implicaria. A
soberania é defendida", disse o presidente em uma coletiva de imprensa em
meio à comoção internacional causada pelo ataque dos EUA ao país caribenho. (Claudia Sheinbaum)
(Mensagem recebida de um Amigo, que faço também minha, endereçando-a aos que lutam por um Mundo fraterno)
‘Que em 2026 não nos faltem as forças para contribuirmos com nossa luta para que estas justas aspirações dos povos de todo o Mundo venham a ser uma realidade:'
«A cessação das guerras, a paz entre os povos, o fim das pilhagens e das violências: tal é precisamente o nosso ideal [...].» V. I. Lénine, A Questão da Paz
«As
máquinas e outros aperfeiçoamentos devem facilitar o trabalho de todos e não
enriquecer uns poucos à custa de milhões e dezenas de milhões de pessoas. Esta
sociedade nova e melhor chama-se sociedade socialista.»
V. I. Lénine, Aos Pobres do Campo
A citação de Montenegro tornar-se-á guia universal inscrita no portal das academias, “trabalhar a mentalidade de superação” é a palavra de ordem, os governantes de todos os povos, com a humildade devida, não vão esquecer a genuflexão nos santuários erigidos ao saber monte-negrense. Esta citação é a estocada final no desmoronamento do imperialismo.
Os
pequenos espíritos miram-se no baço espelho que lhe devolve a reconfortante pequenez.
Nem peço um grito de revolta, mas que se possa ouvir pelo
menos um murmúrio de desconforto nesta Europa a correr para o abismo.
A poucos dias do ato eleitoral, as televisões os jornais e rádios desenvolvem uma campanha avassaladora sobre um tema e um candidato e todos, absolutamente todos os media se conluiem na promoção do produto, tudo monitorizado com precisão para que os fins a que se propõem sejam atingidos e as variações vão sendo controladas através das sondagens, a patranha atinge o clímax sob o diáfano véu da democracia.
(publicado no Facebook)
A UE PROCLAMA-SE INCAPAZ DE DIPLOMACIA
A União Europeia acordou mais uma vez com a
clarividência típica de quem corre em direção ao precipício e, para ganhar
velocidade, decide fechar os olhos. Incapaz de usar os ativos russos que tanto
apregoa como moralmente confiscáveis, mas juridicamente intocáveis, a UE
encontrou a solução que melhor domina: endividar-se. Não para investir, não
para proteger os seus cidadãos, mas para garantir que a guerra continue - mesmo
quando já ninguém sabe exatamente com que objetivo final.
É a consagração da fuga para a frente como
política oficial. Se a estrada acaba, acelera-se. Se o mapa falhou, rasga-se o
mapa. Se a diplomacia exige trabalho, paciência e risco político, então
escolhe-se a alternativa mais confortável: emitir dívida, assinar comunicados
solenes e declarar vitória moral enquanto a realidade se afasta.
A Europa, outrora apresentada como projeto de
paz, assume agora com notável honestidade involuntária que não sabe - ou não
quer - negociar. A diplomacia foi substituída por folhas de Excel, onde se
empilham números que não matam ninguém diretamente, mas empobrecem
silenciosamente milhões. É uma guerra financiada a crédito, paga em prestações
pelos cidadãos que nunca foram consultados, mas que verão os seus serviços
públicos emagrecerem com rigor germânico.
O raciocínio é de uma elegância quase poética:
contrai-se dívida hoje, para ser paga amanhã, com reparações de guerra que só
existirão se a Rússia perder uma guerra que, no terreno, não está a perder. É o
equivalente geopolítico de comprar uma casa contando com o prémio de um
Euromilhões que ainda não saiu - e chamá-lo prudência orçamental.
Entretanto, os europeus são convidados a
compreender. A compreender a degradação dos serviços de saúde. A compreender a
erosão do poder de compra. A compreender que não há dinheiro para salários,
habitação ou transição ecológica, mas há sempre margem para mais uma tranche de
“apoio essencial”. A guerra tornou-se o único investimento que nunca exige
retorno, apenas fé.
Esta decisão não é coragem; é incapacidade
estratégica disfarçada de virtude. Não há plano de paz, não há arquitetura de
segurança futura, não há sequer uma definição clara de vitória. Há apenas a
insistência quase infantil de que parar seria admitir erro - e isso, em
Bruxelas, é mais impensável do que empobrecer uma geração inteira.
A UE não está a financiar a vitória da Ucrânia;
está a financiar a sua própria recusa em aceitar os limites do poder. Cada novo
empréstimo é um passo adicional nessa marcha sonâmbula, onde se confunde
persistência com lucidez e moral com teimosia. A guerra, mesmo perdida,
tornou-se estrutural - porque parar implicaria pensar.
No fim, talvez seja esta a verdadeira proclamação
europeia: não sabemos fazer paz, mas sabemos perfeitamente quem vai pagar a
guerra. E enquanto os cidadãos apertam o cinto, Bruxelas aperta os juros,
convencida de que a História perdoa sempre quem escreve cheques - mesmo quando
estes regressam sem cobertura.
Ouvem-se as botas cardadas dos neofascistas da UE, a honestidade intelectual é assassinada no cadafalso das suas patranhas; o Coronel Jacques Baud foi barbaramente sancionado:
Jacques BAUD: ex-coronel do exército suíço; ex-analista estratégico, especialista em inteligência e terrorismo. Fonte oficial AQUI
"A UE decretou uma pena que corresponde a uma espécie de morte civil e económica (perda de acesso aos cartões de crédito bancários, impossibilidade de viajar dentro da UE ou sequer de atravessar o seu território...) contra 12 cidadãos europeus, entre os quais o coronel Jacques Baud, ex-membro dos Serviços de Informações da Suíça e autor de vários livros sobre a guerra da Ucrânia, além de ter trabalhado durante cinco anos nos serviços de Inteligência da NATO/OTAN e na ONU em 2014 no controlo de armamento na Ucrânia e também em África em missões de apaziguamento de conflitos.”
A decisão do Conselho da União Europeia para os Negócios Estrangeiros, tomada
sem apelo nem agravo, não concede qualquer direito às pessoas condenadas por
delito de opinião, concretamente, por pensarem de modo diferente da narrativa
oficial que veicula a ideia de uma guerra generalizada contra a Rússia.
Não podem defender-se, não são chamadas a nenhum tribunal, não podem recorrer a
nenhuma instituição de apelo, não podem solicitar qualquer espécie de
indemnização.
“Sim, fui sancionado por ‘propaganda russa’. O fato de eu nunca usar material russo em meus livros, baseando-me exclusivamente em informações ucranianas e ocidentais, e de, consequentemente, ter recusado convites de veículos de comunicação russos, ainda me torna um ‘propagandista russo’! Como afirmei em meus livros, meu trabalho não se trata de quem é bom e quem é mau, mas de como a mídia distorce a realidade no terreno. Eu queria mostrar que é possível compreender melhor o conflito mesmo sem informações russas. A ideia é que a forma como entendemos uma crise define como a resolvemos! Eu não tinha me dado conta de como estava certo.” Jacques BAUD