sábado, 31 de janeiro de 2026

Kristin: PCP exigiu plenário na A da R — 4 de fevereiro

Perante os impactos da tempestade Kristin, o PCP exigiu um plenário na Assembleia da República — 4 de fevereiro — para que o Governo desse explicações e respondesse às populações afetadas.  Centenas de milhar continuam sem eletricidade, água e comunicações, milhares de famílias viram as suas casas danificadas.   O PCP não aceita o abandono: continuará a intervir para garantir respostas, apoios e a reposição dos serviços essenciais.

https://fb.watch/EZJKxlVrWR/



quarta-feira, 28 de janeiro de 2026

Texto muito oportuno

 Do FB sem autorização

Apelar ao voto seguro é, hoje, uma decisão defensiva. Não porque represente esperança, mas porque o outro campo político encarna obscurantismo, oportunismo e uma deriva autoritária que instrumentaliza o medo e o ressentimento. Perante isso, é necessário puxar o travão de emergência, um gesto mínimo para impedir um retrocesso civilizacional mais profundo. Não é um voto de entusiasmo, é um voto de contenção, feito apenas por receio e não por convicção.

Não nos iludamos. Mesmo vencendo o “mal menor”, não se abre aqui uma presidência alinhada com os interesses de quem trabalha. A chefia do Estado, tal como se desenha, continuará a funcionar dentro dos limites estruturais do poder existente, respeitando a arquitetura económica dominante e garantindo a estabilidade necessária à reprodução desse modelo. Não há sinais de que venha a confrontar politicas de fundo, como por exemplo o pacote laboral do governo, muito menos a questionar a lógica de precarização, flexibilização e desvalorização do trabalho que atravessa todo o regime político atual. A neutralidade institucional, tantas vezes celebrada, é na prática cumplicidade com a correlação de forças existente.

É precisamente aqui que a decisão revela o seu carácter histórico trágico. Vota-se para evitar o pior, sabendo que o essencial permanece intocado. O conflito entre capital e trabalho é empurrado para fora do horizonte político, tratado como excesso ou anacronismo, enquanto se pede contenção a quem já vive contido. A escolha não é entre projetos de transformação, mas entre diferentes formas de gestão da mesma ordem social. Este voto defensivo não é derrota moral, é o retrato cru de um tempo em que as classes dominantes conseguiram impor os seus limites como se fossem os limites do possível. E reconhecer isso é o primeiro passo para não confundir sobrevivência com emancipação.

UNI-VOS!


segunda-feira, 26 de janeiro de 2026

POR QUE RAZÃO A EXTREMA-DIREITA ESTÁ A CRESCER EM PORTUGA de Eugénio Rosa

 

26 de janeiro de 2026

POR QUE RAZÃO A EXTREMA-DIREITA ESTÁ A CRESCER EM PORTUGAL ? – Os muitos ricos estão a ficar cada vez mais ricos e a maioria da população pobre está cada vez mais pobre.

Acesso ao estudo»»  www.eugeniorosa.com

Neste estudo, utilizando dados oficiais, sobre a repartição da riqueza, salários e pensões, procuramos mostrar, como o agravamento das desigualdades e das condições de vida em Portugal estão a contribuir para tornar o discurso populista da extrema-direita apelativo, até junto de jovens que não conseguem vislumbrar um futuro com perspetivas. E isto porque muitos que têm acesso privilegiado aos media revelam espanto e incompreensão que resulta, a nosso ver, de se esquecerem que é o “ser que determina a consciência”, e não o contrário, ou seja, as condições materiais da vida influenciam de forma decisiva as opções da maioria dos indivíduos

 

UM ALERTA- AS MANOBRAS QUE ESTÃO EM CURSO DAS ASSOCIAÇÕES PATRONAIS E DO GOVERNO DE MONTEGRO PARA PRIVATIZAR UMA PARTE DA SEGURANÇA SOCIAL, DESVIANDO UMA PARCELA DAS SUAS RECEITAS PARA FUNDOS DE PENSÕES PRIVADOS, O QUE COLOCARIA EM RISCO A SUSTENTABILIDADE DA SEGURANÇA SOCIAL E O PAGAMENTO DAS PENSÕES AOS PENSIONISTAS- Neste vídeo procuro , com uma fala pausada até para dar tempo para que possam ler o que está nos gráficos e nos quadros, desconstruir a campanha de desinformação que está em curso, fornecer dados verdadeiros sobre a situação real da Segurança Social e dos pensionistas, e também as manobras do governo e dos patrões, para desviar uma parte das receitas da Segurança Social para fundos privados de contribuição definida o que, a concretizar-se, destruiria a Segurança Social tal como é definida na Constituição da República, colocaria risco a sua sustentabilidade e o pagamento das pensões aos atuais pensionistas e os futuros não saberiam qual o valor das suas pensões pois o risco dos mercados financeiros seriam transferidos para eles porque os patrões e as empresas de fundos de pensões nunca aceitariam assumir esses riscos. Recorde-se a este propósito o comportamento de Paulo Macedo que, para apresentar enormes lucros, tudo fez e conseguiu transferir o fundo de pensões dos trabalhadores da CGD para a responsabilidade do Estado (CGA). Associado a tudo isto, é importante recordar que Maria Luís Albuquerque, que foi ministra das Finanças do governo de Passos Coelho/Portas e que agora é membro da Comissão Europeia para área financeira, anda a vender a ideia de que é necessário criar fundos de pensões europeus , onde devem ser aplicados o dinheiro dos trabalhadores pois as atuais aplicações dão um rendimento baixo, para assim se poder financiar o rearmamento da Europa, portanto a rentabilidade desses fundos dependeria dos lucros das empresas de armamento. E quanto mais crises se verificassem e mais ameaças de guerra se registassem ou guerras tivessem lugar maiores seriam os lucros dessas empresas.

 

 

sexta-feira, 16 de janeiro de 2026

Junto à sepultura

"Não podemos esperar, não podemos adiar."

Jorge Moreira da Silva, Diretor Executivo do Gabinete das Nações Unidas para Serviços de Projetos (UNOPS), alertou na quinta-feira que a dimensão da destruição em Gaza superou largamente as expectativas após uma visita ao território.

"Não teria imaginado o que vi hoje, que é destruição total, não resta muito de pé", disse da Silva aos jornalistas, sublinhando a urgência de uma ação imediata. "Não podemos esperar, não podemos adiar."

Disse que os palestinianos em toda Gaza vivem numa situação desumana, pois bairros inteiros, hospitais, escolas e infraestruturas essenciais foram gravemente danificados ou destruídos, forçando centenas de milhares de pessoas a procurar refúgio em condições improvisadas.

terça-feira, 13 de janeiro de 2026

NÃO SOMOS UCRÂNIA SOMOS PORTUGAL

 (Do facebook e já noticiado nos media)

NÃO SOMOS UCRÂNIA 🇺🇦

SOMOS PORTUGAL 🇵🇹

Nada de incomum, apenas uma doente oncológica em estado terminal deitada no chão do hospital de Coimbra, porque não havia macas!

Tudo começou com o pedido do filho João Gaspar ao INEM para chamar uma ambulância, quando a sua mãe, com câncer na região abdominal, em tratamento de quimioterapia, sentiu-se mal e com dores intensas. Mas no INEM informaram que não havia viaturas disponíveis, então os familiares levaram a doente para o serviço de urgência do hospital de Coimbra no seu próprio carro. Devido à falta de macas no departamento, foi-lhes dada uma cadeira de rodas, e eles a transportaram para dentro do hospital. A mãe gritava de dor, mas os médicos presentes na sala não lhe prestaram assistência. A única solução foi deitá-la no chão sobre uma toalha, em 2026, conta o filho da doente.

E só ao notar a filmagem do que estava a acontecer, os médicos presentes começaram a reagir e administraram-lhe morfina. O filho João Gaspar questiona nas redes sociais: "Para que fazemos contribuições e pagamos impostos, quando no final somos tratados como lixo?".

Mas foram capazes de transferir 50 milhões de euros para a montagem de drones para a Ucrânia, que maravilha.

(NTP)

 

segunda-feira, 12 de janeiro de 2026

quinta-feira, 8 de janeiro de 2026

O nojo

Ao abrir um caixote de lixo, o fedor causa-me náuseas, não posso evitar o vómito com as declarações dos governantes que rastejam na lama do sabujismo retorcendo-se na apologia do crime.

Rangel com Guaido quando da tentativa de golpe a partir da Colômbia

"O Governo português defende Edmundo González para novo Presidente da Venezuela, Montenegro e Marcelo acreditam no “papel dos EUA” na transição."



segunda-feira, 5 de janeiro de 2026

O rosto da dignidade

Claudia Sheinbaum y Donald Trump

"No México, o povo manda. Somos um país livre, independente e soberano. Cooperação sim; Subordinação e intervenção, não (...) Qual é essa ideia, quem eles vão bombardear ou o quê? Também o que isso implicaria. A soberania é defendida", disse o presidente em uma coletiva de imprensa em meio à comoção internacional causada pelo ataque dos EUA ao país caribenho. (Claudia Sheinbaum)