terça-feira, 12 de janeiro de 2016

A DIFERENÇA


Seria demagógico aceitar que quem viva do seu salário e não possua património ou rendimentos, só por esse motivo merecesse a nossa confiança para exercer o mais elevado cargo da Nação. Mas seria injusto não estabelecer uma assinalável diferença entre este e aqueles que acumulam fortunas de milhões e se apresentem como candidatos a representantes de um povo empobrecido onde a miséria se tornou estrutural.

segunda-feira, 11 de janeiro de 2016

Entradas de leão…

 O Professor antes de entrar em campanha já era o virtual Presidente da República Portuguesa, os media já o havia coroado, mas logo ao segundo dia da campanha oficial o rei surgiu-nos nu: “até a feira gastronómica do porco, em Boticas, foi assombrada pelo medo de não ganhar à primeira volta”. Será que a porca já começou a torcer o rabo em Boticas?

“Tem que ser à primeira, tem que ser à primeira”. Enquanto mastigava presunto e queijo nas inúmeras tasquinhas onde não parou de comer.» (eles comem tudo, eles comem tudo…)

«Marcelo arrancou a campanha oficial preocupado com a eventualidade de não ganhar à primeira volta. É indisfarçável - todos os momentos servem para o professor avisar os apoiantes de que é preciso irem votar se querem “resolver a 24 de janeiro o que não devem deixar para fevereiro”. Até a feira gastronómica do porco, em Boticas, foi assombrada pelo tema.» Expresso

Porca de vida, dirá o Professor, estas entradas de leão que resultam em saídas de sendeiro.

domingo, 3 de janeiro de 2016

3 de janeiro de 1946 - GREVES NA COVILHÃ


Ainda a quase totalidade dos anticomunistas de todos os matizes andavam de fraldas ou não tinham nascido e já o PCP organizava as lutas dos explorados.

3 de janeiro de 1946 - GREVES NA COVILHÃ
(notícia original aqui)

«Há 70 anos, no dia 3 de Janeiro de 1946, deu-se uma forte jornada de greves dos trabalhadores têxteis da Covilhã, reivindicando melhoria de salários.

O movimento grevista de operários têxteis afectou as unidades fabris da Covilhã e do Tortozendo. Depois da jornada de luta em Janeiro, o movimento grevista repetiu-se em Abril, estendendo-se a Gouveia.

As greves foram preparadas pela organização local do Partido Comunista Português, que actuava na clandestinidade.

O regime de Oliveira Salazar reagiu duramente. Dezenas de operários e operárias são presos e enviados para Lisboa. As fábricas são encerradas “como medida punitiva.

Apesar da intervenção policial os operários conseguem obter um aumento salarial e a redução nos seus horários de trabalho.»

sábado, 2 de janeiro de 2016

Em quem votará o Professor à segunda volta?


«Marcelo Rebelo de Sousa, como taxista em setembro de 1989, na campanha eleitoral para a Câmara de Lisboa»

O Professor apresentou a sua candidatura a Belém já como presidente, após o desaire dos seus acólitos baixou o nível de presunção e começa a admitir que haverá uma segunda volta.

Em quem votará o Professor à segunda volta?

Tendo em conta o passado pouco brilhante, direi mesmo bastante cinzento, do Professor; tendo em conta que na corrida às presidenciais há vários Professores; sabendo-se que ser ‘fazedor de opinião’ (opinion-maker, para quem não sabe português) corresponde a qualquer entertainer, (humorista, animador, aquele que entretém, para quem não sabe inglês), o Professor, humorista, fazedor de opinião, frequentador da Festa do Avante e que, sempre com o proletariado, lançou em Lisboa a sua candidatura na ‘Voz do Operário’. “O professor e candidato a Belém confessa que reza "o terço todos os dias", sobretudo nos lugares menos óbvios. "É como respirar". Ainda assim, não esconde a média: «três boas ações por 10 pecados.» Dos jornais.

Mesmo com o apoio maçónico, das rezas e do Bilderberg, o Professor Marcelo deverá responder à questão colocada a todos os outros candidatos: “em quem votará à segunda volta?” Ou seja: quem será conduzido a Belém pelo taxista Marcelo?

sexta-feira, 1 de janeiro de 2016

DUBAI e WTC7

Proposta aos céticos, mal informados ou qualquer outra coisa:

No Dubai um hotel de 63 andares devorado por medonhas labaredas, não implodiu.
O “WTC7” de 47 andares desmoronou-se aparentemente de susto em poucos segundos, não tendo sido atingido por qualquer elemento estranho, mas essa é uma outra conversa.

Sugiro que confrontem o tipo de propagação das chamas do incêndio no hotel do Dubai com o das Torres Gêmeas que se esboroaram num curtíssimo espaço de tempo.
“Malhas que o Império tece.”