Ministros aparvalhados balbuciam trivialidades, anunciam reuniões e conclusões de farsa, o PR aproveita para se deslocar ao Vaticano, a insensibilidade dos governadores deste protetorado é insana, repugna e entristece.
O 25 de novembro de 1975
anunciou o temporal, os primeiros sopros da tempestade traziam avisos de
privatizações, intempéries de corrupção, o desabar de empresas estatais que
poderiam ter amenizado o sofrimento que ora nos aflige; a EDP que havia levado luz
a aldeias isoladas, foi desmembrada e entregue a preço de saldo a abutres que
se pavoneiam de bolso recheado, a água, as comunicações rodoviárias,
ferroviárias ou de telecomunicações, não escaparam à gula, e a Banca usurária e
arrogante controlando a alcateiam que nos usa. Todas as estruturas que sustêm um Estado
soberano e independente foram relegadas a interesses privados, e privados
ficamos do que nos pertencia com as consequências visíveis e sentidas. Ministros
aparvalhados balbuciam trivialidades, anunciam reuniões e conclusões de farsa, o
PR aproveita para se deslocar ao Vaticano, a insensibilidade dos governadores
deste protetorado é insana, repugna e entristece.
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