terça-feira, 20 de junho de 2017

E Marrocos aqui tão perto


Numa luta que já se arrasta há meses, desde há quinze dias que as manifestações se multiplicam em Al-Hoceïma (Rif) para exigir a libertação de cerca de cem manifestantes. Os protestos estendem-se a Rabat, Casablanca e Fês e as palavras de ordem são significativas: “Viva o povo”, “liberdade e justiça social”, “libertai os prisioneiros”.

Tudo se passa aqui ao lado, mas os media ficam engasgados principalmente quando se dão vivas ao povo, seja ele qual for.



segunda-feira, 19 de junho de 2017

Vive le Bilderberg, vive la France!


Edouard Philippe, Bilderberg 2016, foi escolhido por Emmanuel Macron, Bilderberg 2014 !

Viva os que votam sem pensar, viva os que pensam pensar e não votam, vivam todos os que deixam que os outros votem por si, viva os que se pensam vivos e já estão politicamente em coma; viva as marionetes do grande capital mais quem os apoia, viva o Asterix e os gauloises sem filtro.
O verdadeiro escrutínio vai começar agora!

domingo, 18 de junho de 2017

Estão benzidos

Podem continuar a incendiar, destruir, matar em nome da liberdade
 
Ao ver esta indecorosa fotografia deste arcebispo venezuelano, recordei o papel dos sacerdotes em todas as aldeias, nomeadamente no Norte, lançando a ignorância contra o 25 de Abril, e que criteriosamente Miguel Carvalho descreve no seu recente livro “Quando Portugal Ardeu”.

«A la izquierda, los grupos de choque callejeros de la derecha -encargados de incendios, destrozos, asesinatos. A la derecha, un arzobispo. Pasó ayer en la ciudad de Barquisimeto. Ayer también en Barquisimeto, después de la bendición, la derecha sicarió a dos trabajadores de la Misión Alimentación, es decir a dos chavistas. No lo lograron, están vivos. El escenario es claro, van a agudizar todas las variables hasta intentar el punto de quiebre. Tienen, lo han dicho, unos 40 días para lograrlo, es decir antes de la votación de la Asamblea Nacional Constituyente el 30 de julio. Todo será válido para ese objetivo: bendecir las fuerzas de choque/paramilitares, asesinar chavistas, quemar instituciones, atacar las zonas cercanas al Palacio de Miraflores, asaltar cuarteles de policía, agudizar la confrontación de poderes del Estado, intentar crear un gobierno paralelo, caotizar hasta sumar las fuerzas necesarias para romper la correlación de fuerzas. Porque hoy no tienen suficiente fuerza. Les duele y lo reconocen con piruetas retóricas: no sumaron a sus acciones a los barrios populares. Todo está en pleno desarrollo. Imágenes como estas quedarán para la historia de estos meses de nuevo intento de Golpe de Estado de una derecha que algunos “intelectuales” terminaron defendiendo.»




PEDROGÃO GRANDE

Pesar pelas vítimas de tamanha tragédia, solidário com familiares


sábado, 17 de junho de 2017

Estar vivo dá sempre nisto

Koln foi buscar Merkel à ex-RDA para a colocar como cereja no seu bolo, e acabou por ter que engolir o caroço.

Os gatos-pingados que o levaram para o cemitério confirmaram que era um grande homem, pelos nossos cálculos ultrapassaria em muito os cem quilos. Os media exaltam o homem da unificação da Alemanha, cantam-lhe loas pelo Tratado de Maastricht e ignoram a dissolução da Iugoslávia e o massacre que tão cedo não se esquecerá.
Do livro de Guy Mettan
 
Wolfgang Schäuble era o predileto de Koln, e acabaram em grandes negócios de armas com a Arábia Saudita e o Canadá, tudo feito com muitas, muitas luvas, a justiça marcou passo; privatizações da RDA, refinaria Leuna ‘vendida’ à ELF, Kohl admitiu ter depositado milhões de marcos de doações anónimas em contas secretas na Suíça.

Vejam bem!... ah! Falta cá o pai da nossa democracia para lançar a frase chapa para defuntos: Koln… meine freude Koln, très amie-de-monamie-miterand.