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1.4 milhão de
pessoas ocuparam as ruas contra a extrema-direita na Alemanha neste fim de
semana.
Nos últimos dias, dezenas de cidades da Alemanha protestaram contra o (AfD), um partido
de extrema-direita com uma ala fascista.
O AfD propaga a divisão e o racismo, incita ao
ódio contra os desempregados e os refugiados, segue uma política económica
neoliberal no seu programa e combina-a com uma ideologia nacionalista.
As manifestações foram convocadas por grupos de
esquerda, sindicatos e movimentos sociais. Os organizadores afirmaram que a ação
foi um sucesso e que enviaram uma mensagem clara de que a Alemanha não tolera a
extrema-direita.
Vídeos:
1. Berlim
2. Colônia
3. Hamburgo
4. Munique
5. Brémen
6. Karlsruhe
7. Dresden
21 de Janeiro o 100.º aniversário da morte de Vladimir Ilitch Lénine
«a formação e a actividade do nosso Partido e a luta da classe operária e dos trabalhadores de Portugal no último meio século estão indissoluvelmente ligados às ideias de Lénine e às conquistas revolucionárias da nossa época alcançadas sob a bandeira do leninismo»
Álvaro Cunhal no texto O que devemos a Lénine,
escrito em 1970
A Revolução de
Abril
comprovou ensinamentos
capitais do marxismo-leninismo
- Chile e México pedem à Corte Penal Internacional (CPI) que investigue os crimes em Gaza, onde os ataques israelitas já mataram mais de 24 600 palestinos. -
Stoltenberg: Situação no campo de batalha é "extremamente difícil" para a Ucrânia
"Só temos
que fazer o que pudermos para aumentar o preço para a Rússia",
17 de janeiro de 2024
"Os russos agora estão pressionando em muitas frentes", disse o
secretário-geral da Otan.
A situação na linha de frente é "extremamente difícil" para os
ucranianos, admitiu nesta terça-feira o secretário-geral da Otan, Jens
Stoltenberg, durante seu discurso no Fórum Económico Mundial, em
Davos, na Suíça.
Questionado se a Ucrânia "está ganhando ou não perdendo" o
conflito com a Rússia, Stoltenberg respondeu: "A situação no campo de
batalha é extremamente difícil".
"Os russos agora estão pressionando em muitas frentes", disse
ele. "A grande ofensiva que os ucranianos lançaram no verão passado não
produziu os resultados que todos esperávamos. E vemos como a Rússia está agora
a ser reforçada, como está a adquirir drones do Irão; Na verdade, está
construindo sua própria fábrica de drones para produzir seus próprios
drones", disse ele.
Além disso, o chefe da Aliança Atlântica observou que o exército russo
mostrou "grande tolerância com as baixas". "Em geral, a Rússia
está pressionando muito. E isso é grave e nunca devemos subestimar a
Rússia", disse.
Sobre as relações da União Europeia e da Otan com Kiev, Stoltenberg disse:
"Temos que apoiá-los. E também tenho certeza de que os aliados da Otan
continuarão a fornecer apoio, porque o apoio à Ucrânia não é caridade. O
apoio à Ucrânia é um investimento na nossa própria segurança".
Neste contexto, defendeu que o caminho para alcançar "um fim pacífico
e justo" para o conflito "é com mais armas para a Ucrânia".
Por outro lado, apesar de sentir algum "otimismo" sobre a posição de Kiev, Stoltenberg quis ser "muito cuidadoso" ao prever como o conflito se desenvolverá. "Só temos que fazer o que pudermos para aumentar o preço para a Rússia", concluiu.
"Rossa Palestine" (Palestina Vermelha) é uma canção italiana antissionista e pró-palestina escrita durante os Anos de Chumbo na Itália em 1973 por Umberto Fiori. Interpretada aqui pelo Edizioni Movimento Estudantil.
"Rossa Palestine"
Laggiù nel Medioriente, come un bufalo ferito
Infuria il pirata americano,
Ma nei campi, sulle dune, sono armati anche i bambini,
Ogni donna impugna il suo fucile,
No, non fan paura i carri armati d’Israele:
La tua terra tu la devi liberare.
Abbiamo alzato il rosso, il verde, il
bianco e il nero,
Stretto in pugno la bandiera: i colori di Al-Fatah.
Abbiamo alzato la bandiera partigiana della Rossa Palestina
Accanto a quella del Vietnam!
Li chiamano «banditi» i giornali dei
padroni
Che chiamavano «assassini» i partigiani,
Noi non crederemo ai bollettini israeliani,
Al tiranno giordano traditore.
Quante volte ci hanno detto «E’ finita in Palestina»
E ancora cantavamo la canzone.
Abbiamo alzato il rosso, il verde, il
bianco e il nero,
Stretto in pugno la bandiera: i colori di Al-Fatah.
Abbiamo alzato la bandiera partigiana della Rossa Palestina
Accanto a quella del Vietnam!
Al di là di questo mare c’è un popolo
fratello:
Ogni lotta aiuta un altra lotta,
Ogni colpo sparato sul nemico sionista
In Italia colpisce chi comanda.
Coi popoli in rivolta si muove oggi la storia,
Rivoluzione, fino alla vittoria!
Abbiamo alzato il rosso, il verde, il
bianco e il nero,
Stretto in pugno la bandiera: i colori di Al-Fatah.
Abbiamo alzato la bandiera partigiana della Rossa Palestina
Accanto a quella del Vietnam!
Mais de 10.000 menores palestinos mortos em Gaza em 98 dias anunciou hoje a Save the Children.
A organização não-governamental disse em
comunicado que o número é preliminar, porque milhares de pessoas estão
desaparecidas, presumivelmente soterradas sob os escombros.
"As crianças que sobrevivem à violência estão suportando
horrores indescritíveis, incluindo ferimentos que mudam vidas, queimaduras,
doenças, cuidados médicos inadequados e a perda de seus pais", disse ele.
Eles foram forçados a fugir da violência, muitas vezes
repetidamente, sem lugar seguro para ir, e a enfrentar o terror de um futuro
incerto, disse o grupo.
A Save
of Children disse que cerca de 1.000 crianças perderam uma ou ambas as
pernas durante a ofensiva militar israelense.
Mais de 40% das vítimas fatais no enclave costeiro desde o
início da nova onda de violência no território são crianças, disse ele.
Cem crianças morrem em Gaza todos os dias de guerra, a situação
é monstruosa e uma praga em nossa humanidade, denunciou Jason
Lee, diretor da organização na região.
"Há quase 100 dias que pagam o preço de um conflito em que
não estão envolvidos, estão aterrorizados, feridos, mutilados,
deslocados", disse
Na Palestina, por entre o horror desmedido, esta foi a imagem que mais me impressionou.
Em segundo plano o buldózer que irá arrancar a árvore, já mutilada.
A mim parece-me bem.
Privatize-se Machu Picchu, privatize-se
Chan Chan,
privatize-se a Capela Sistina,
privatize-se o Pártenon,
privatize-se o Nuno Gonçalves,
privatize-se a Catedral de Chartres,
privatize-se o Descimento da Cruz,
de Antonio da Crestalcore,
privatize-se o Pórtico da Glória
de Santiago de Compostela,
privatize-se a Cordilheira dos Andes,
privatize-se tudo, privatize-se o mar e o céu,
privatize-se a água e o ar, privatize-se a justiça e a lei,
privatize-se a nuvem que passa,
privatize-se o sonho, sobretudo se for diurno
e de olhos abertos.
E, finalmente, para florão e remate de
tanto privatizar,
privatizem-se os Estados, entregue-se por uma vez
a exploração deles a empresas privadas,
mediante concurso internacional.
Aí se encontra a salvação do mundo…
E, já agora, privatize-se também
a puta que os pariu a todos.
– José Saramago, em “Cadernos de Lanzarote
–
Diário III”. Lisboa: Editorial Caminho, 1996.
O governo deixou caducar o prazo para liquidar o imposto municipal sobre imóveis (IMI) de 2019 de mais de centena e meia de barragens, das quais seis que foram vendidas pela EDP a um grupo francês.
A Procuradoria-Geral da República (PGR)
entendeu que as barragens privadas devem pagar IMI como qualquer outro
contribuinte português. O Governo gastou depois meio ano a decidir como cobrar
o imposto devido. Ontem ficámos a saber que a Autoridade Tributária e Aduaneira
não o fez.
ESSE DINHEIRO É NOSSO, QUEM MAIS BENIFICIOU COM O CRIME?
CORRUPÇÃO EVIDENTE!
A Auditoria do Tribunal de Contas também denúncia que o país procedeu à privatização da sua gestora aeroportuária «enquanto a maioria dos países da União Europeia manteve participação no capital social». Uma privatização que tendo sido aceite por PS, PSD e CDS foi também imposta pela UE e pelas grandes potências que a integram. A desculpa usada então para impor ao País essa opção era da necessidade de abater a dívida pública. O TC também apura quanto foi de facto essa amortização: 626,5 milhões de euros de redução da dívida pública naquele momento, por troca com entre 20 a 30 mil milhões de receitas nos 50 anos seguintes. O que confirma que as privatizações em vez de diminuírem, agravam a dívida pública.
Muito disto foi denunciado pelo PCP desde 2012. Denúncia que pôs também em evidência que só não se constrói o Novo Aeroporto de Lisboa no Campo de Tiro de Alcochete, como há muito se exigia, porque a multinacional Vinci não quer. Aliás, o facto de que, passados doze anos, haja este tipo de Auditoria no mesmo País onde a ANA pública – por causa das chamadas contas certas - precisava de autorização de dois ministros para contratar um trabalhador é revelador do quão avançado vai o processo de captura das instituições públicas pelo interesse dos grupos económicos.
Se a privatização dos aeroportos foi um escândalo, escândalo maior seria
permitir que esse assalto ao País continuasse até 2062, ou seja, por mais 40
anos. A questão que agora se impõe é acabar com a privatização.
Perante a gravidade do que agora foi revelado é preciso apurar
responsabilidades políticas e criminais. Tendo o Tribunal de Contas enviado
este relatório para o Ministério Público é necessário aguardar pelo apuramento
das responsabilidades criminais que venha a ser feito.
O PCP assume ainda o compromisso de apresentar, no início da próxima legislatura, a proposta da realização de uma Comissão Parlamentar de Inquérito à Privatização da ANA, bem como um conjunto de iniciativas legislativas que permitam a reversão da privatização da ANA e a retoma do controlo público sobre este activo estratégico nacional que envolve os 10 principais aeroportos civis existentes em Portugal.
A ONG israelense HaMoked informou que o uso sistemático da violência nas
prisões segue as "diretrizes" do ultrarradical ministro da Segurança
Nacional e da Polícia, Itamar Ben Gvir, que deu indicações específicas para "se vingar dos prisioneiros palestinos", a
ponto de declarar publicamente que "por cada dia que passa sem a libertação de um
prisioneiro israelense, um detido palestino deve ser executado".
Desde 7 de outubro, o número de prisioneiros
palestinos aumentou para mais de 7.000, incluindo cerca de 2.000 palestinos em
detenção administrativa sem acusação ou julgamento.
oito meses de prisão por solidariedade com Gaza nas redes sociais
Um tribunal francês impôs uma pena de prisão de oito meses ao
futebolista argelino Youcef Atal por uma publicação que partilhou nas redes
sociais sobre o Genocídio de Gaza.
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Não necessita de cunha, a porta está aberta, pode
entrar, não há problema, vem de casa de meu pai, seja bem-vindo, os meios mediáticos
de intoxicação dar-lhe-ão a necessária cobertura. Até sempre e bom 2024, o
nosso comum amigo Bolsonaro também está connosco e o Milei da motosserra também.
Antes de nos despedirmos vamos tirar uma selfiezinha.
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Em breve celebraremos os cinquenta anos do 25 de Abril. É uma questão de memória, mas também de futuro. A revolta e a alegria das pessoas comuns que há meio século saíram à rua deram pleno sentido à longa história da resistência antifascista e das lutas anticoloniais. É na sua esteira que vos escrevemos, a fim de partilharmos as nossas preocupações com a situação atual e para vos dirigirmos um apelo mobilizador.
O resto do trabalho da esperança pode ser lido no site da iniciativa dos comuns. Num blogue plural, do
marxismo ao keynesianismo, do BE ao PS, é com muito gosto que partilho as
razões para um voto na CDU, subscrito por mais de centena e meia de pessoas sem
filiação partidária
(Do blog ‘Ladrões
de Bicicletas’)
3
de janeiro de 2024