
Para a melhor compreensão dos mais recentes "fenómenos" nesta subtil
"Arte de Furtar".
CAPITULO III
"E como não há arte, que se aprenda sem mestres, que vão sucedendo huns a outros, tem esta alguns muito sábios, e sempre os teve; e como não há escola, onde se não achem discípulos bons, e máos, também nesta há discípulos, que podem ser mestres; e há outros tão rudes, que nem para máos discípulos prestarão, porque logo os apanham. De todos determino dizer alguma couza, não para os sensinar, mas para advertir, a quem se quizer guardar delles, o como se deve vigiar; e a elles quão arriscados andaõ"
"e em mais, e menos vay o furto, quando cada hum toma mais do que se lhe deve, ou quando dá menos do que deve."
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Vocábulos cada vez mais necessários para melhor nos expressarmos:
Quadrilha, bando, súcia, corja, canalha, infame, abjecto, desprezível, cáfila, ignóbil etc., etc..
















