domingo, 10 de dezembro de 2023

Israel deixou de existir

Israel afogou-se em enxurradas de sangue e caudais de ódio vindos de todos os continentes. Israel é o logótipo da barbárie, um espelho em que só os cobardes e insensíveis se reveem.

“O Conselho de Segurança da ONU não pôde aprovar um projeto de resolução sobre o conflito na Faixa de Gaza, devido ao veto dos Estados Unidos, que exigia um cessar-fogo humanitário imediato e a libertação incondicional de todos os reféns.”

SEMPRE A BARBÁRIE IANQUE PROMOVENDO O SOFRIMENTO

«Um dos dias mais negros na história de Médio Oriente»

Embaixador da Confederação Russa

 

 

5 Câmeras Quebradas - Legendado

sábado, 9 de dezembro de 2023

Guernica e Gaza

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86 anos depois de terem soado as sirenes assinalando os bombardeamentos nazis em Guernica, as sirenes voltam a soar agora para alertar os bombardeamentos e o genocídio dos sionistas em Gaza. Ver »»» pic.twitter.com/lrbkWWeKYM



quinta-feira, 7 de dezembro de 2023

Ignorantes e sádicos

Acreditam que a vidinha vai piorar, valorizam a União Europeia mas desconhecem as suas políticas e na base da santa ignorância valorizam a União Europeia que determina a política que os leva a acreditar que vamos viver com mais dificuldades, dificuldades que levam a que acreditem na União Europeia que porque desconhecem as suas políticas.

Uma espécie de buraco negro, muito negro.

Europa

Apontas para o rosto sarcástico do sol de Inverno

E disparas. Há tantos meses que não chove – reparaste?

É o próprio céu a desistir de ti. E mesmo assim tu disparas, só sabes disparar.

Estás enganada, Europa. Envelheceste mal e perdeste a humildade.

Não é contra o sarcasmo que disparas, não é contra o Inverno,

Nem sequer contra o insólito, contra o desespero.

Tu disparas contra a luz.

Podes atirar-nos tudo à cara, Europa: bombas, palavras, relatórios de contas.

Podes até atirar-nos à cara um deputado, uma cimeira.

Mas os teus filhos não querem gravatas. Os teus filhos querem paz.

Os teus filhos não querem que lhes dês a sopa. Os teus filhos querem trabalhar.

Há tantos meses que não chove – reparaste?

A terra está seca. Nem abraçados à terra conseguimos dormir.

Enquanto te escrevo, tu continuas a fazer contas, Europa.

Quem deve. Quem empresta. Quem paga.

 

Mas os teus filhos têm fome, têm sono. Os teus filhos têm medo do escuro.

Os teus filhos precisam que lhes cantes uma canção, que os vás adormecer.

Eu acreditei em ti e tu roubaste-me o futuro e o dos meus irmãos.

Se estamos calados, Europa, é apenas porque, contrários ao teu gesto,

Nós não queremos disparar.

Filipa Leal

in Vem à Quinta-feira (2016: 46)


quarta-feira, 6 de dezembro de 2023

Zelensky por pouco tempo

Ler AQUI

«A verdade da situação militar não pode continuar a ser silenciada pela propaganda. As confissões dos soldados ucranianos mostram um cenário dantesco, enorme mortalidade, corrupção no recrutamento, falta de suprimentos básicos que são roubados e vendidos... A situação é tal que a nova vaga de recrutamento forçado não será capaz de preencher as enormes lacunas nas fileiras do exército ucraniano. Os grandes financiadores desta guerra, especialmente os Estados Unidos, já sabem que não vão recuperar o investimento feito, cerca de 130.000 milhões de dólares até agora. Pretende-se que seja a UE a financiar o esforço de guerra. Serão os serviços públicos os mais atingidos. Ajustes orçamentais, cortes sociais em aposentadorias, educação e saúde, ligados a privatizações que vão acelerar ainda mais, são uma das consequências. A crise económica em que a UE está envolvida em consequência das sanções económicas contra a Rússia é o terreno fértil para as forças centrífugas de alguns países apertarem ainda mais as costuras desta organização.»

Basta de soifrimento

 NÃO FALTES


segunda-feira, 4 de dezembro de 2023

O açougue sionista

O mundo está a assistir passivamente, murmurando trivialidades, à continuação da carnificina, enquanto Israel dispara a esmo. Israel terminou, a Nakba de 1948, onde os palestinos foram massacrados em dezenas de aldeias e 750 mil foram etnicamente eliminados por milícias sionistas, o que parecerá um passeio em comparação com a monstruosidade presente.

Esmagam tudo: hospitais, mesquitas, igrejas, habitações, blocos de apartamentos, escritórios, campos de refugiados, escolas, universidades, comunicação social, bancos, sistemas de esgoto, infraestruturas de telecomunicação, estações de tratamento de água, bibliotecas, padarias, mercados… TUDO!

A intenção de Israel é destruir todas as infraestrutura de Gaza, matando ou ferindo diariamente o máximo de palestinianos.

Gaza ficará um pântano, uma zona morta, onde a vida será impossível.

E TODO ESTE FLAGICÍDIO SOB O OLHAR ASSASSINO DOS GOVERNOS EUROPEUS, E NÃO SÓ.

 

domingo, 3 de dezembro de 2023

Exposição “Livros Proibidos durante o Estado Novo” da BGUC rompe esquecimento

 03.12.2023POR [UniversidadeCoimbra]

Livros como “Quando os lobos uivam” de Aquilino Ribeiro, “Novas Cartas Portuguesas” das três Marias, “Questão Agrária” de Álvaro Cunhal ou “O Quarto Dia” de Miguel Torga fazem parte da seleção. A mostra itinerante vai viajar pelas Bibliotecas Escolares de Coimbra

A exposição “Livros Proibidos durante o Estado Novo foi apresentada na Biblioteca Geral da Universidade de Coimbra (BGUC) no dia 27 de novembro.  Com curadoria da BGUG, a mostra integra as celebrações oficiais dos 50 anos do 25 de Abril e vai viajar pelas escolas secundárias do concelho de Coimbra mas tem a possibilidade de ir a mais Bibliotecas Escolares  da região.

Maia Amaral, diretor adjunto da BGUC explica as motivações para a seleção de 30 obras da exposição.

Entre as 30 obras proibidas pela censura que vão estar disponíveis, em versão fac-similada, pela editora “A Bela e o Monstro”, podemos encontrar livros como, “Quando os Lobos Uivam” de Aquilino Ribeiro, “Novas Cartas Portuguesas” de Maria Isabel Barreno, Maria Teresa Horta e Maria Velho da Costa, “Questão Agrária” de Álvaro Cunhal ou “O Quarto Dia” de Miguel Torga. A circulação vai iniciar em 2024 pela Escolas Secundárias D. Maria, Quinta das Flores e D. Duarte.

Manuel Portela, diretor da Biblioteca Geral fala da importância do conhecimento da nossa História e da história da leitura.

sábado, 2 de dezembro de 2023

1383/1640/20??, defenestramo-la

Estamos em festa: 1 de dezembro de 1640, foi feriado por termos mandado o conde de Andeiro p’ro galheiro, e a 6 de dezembro de 1383 [vou propor feriado] o povo jactou o bispo D. Martinho de um dos torreões da Sé, ó laré. Estamos na altura de criarmos mais um feriado, jactando, defenestrando ou empurrando um outro usurpador. Vamos criar as condições, sem sangue.

Do alto de um dos torreões da Sé de Lisboa foi jactado o bispo D. Martinho para a morte, no dia 6 de Dezembro de 1383.


sexta-feira, 1 de dezembro de 2023

Carta aberta ao Congresso: “Os Estados Unidos são responsáveis pelo genocídio

Exercendo o seu direito, garantido pela First Amendment, de apresentar petições às autoridades eleitas dos EUA, dois advogados escreveram esta carta aberta ao Congresso. Tudo é dito, desde gastos desnecessários em armas até às mentiras da propaganda sionista, incluindo a responsabilidade dos deputados dos EUA no genocídio em curso em Gaza. O que poderia colocá-los em apuros sob o direito internacional. (I A)

Endereçamo-nos exercendo o direito garantido da First Amendment para solicitar reparação ao Congresso pelos prejuízos causados. Instamos o Congresso a pôr fim ao apoio militar e de inteligência incondicional e permanente que os Estados Unidos fornecem a Israel na destruição física em curso de 2,3 milhões de palestinos que residem em Gaza. Os Estados Unidos são responsáveis ​​pelo genocídio sob qualquer leitura simples da Convenção, pelo genocídio.

O Congresso tem poder absoluto sobre a política externa dos EUA. Ele usou o poder para acabar com a luta dos Estados Unidos na Indochina em 16 de Agosto de 1973. Proibiu a CIA de interferir em Angola com o Clark Amendment em 1975. Finalmente, o Congresso insistiu que Israel recebesse armas para que tivesse vantagem militar qualitativa sobre os seus vizinhos.

AFP

A política da antipolítica. Artigo de Frei Betto

"Os eleitores da política da antipolítica julgam saber o que não querem, agem pela rejeição, mas sem clareza do que realmente querem. Assim como no período de Margaret Thatcher se enfatizou a privatização do patrimônio público; na era Trump a 'privatização' das forças de segurança do Estado, pelo incentivo ao livre comércio de armas, às milícias e à proliferação de clubes de tiro; agora, pelas redes digitais, a ênfase recai sobre a 'privatização' dos vínculos sociais pelas bolhas identitárias e semânticas, cujos signos instauram tribos refratárias a qualquer proposta de diálogo e horizonte de utopia", escreve Frei Betto, escritor e educador popular, autor de “Por uma educação crítica e participativa” (Rocco) e, com Paulo Freire, “Essa escola chamada vida” (Ática), entre outros livros.

Eis o artigo.

O filósofo Immanuel Kant escreveu “A crítica da razão pura” (1781) e “A crítica da razão prática” (1788). Em 1983, outro alemão, Peter Sloterdijk, lançou “A crítica da razão cínica”. Hoje, seria oportuna a obra “A crítica cínica da política da antipolítica”.

Os cínicos se alinhavam em uma tendência filosófica do século IV a.C. Caracterizavam-se pelo total desprezo às coisas materiais. Andavam nus, sem se preocuparem em cobrir o corpo. Como faziam em público suas necessidades fisiológicas, foram chamados de “cínicos”, do grego “kynimós”, que significa “como um cão”. Com o tempo, o epíteto adquiriu o significado de “debochado”. O que se aplica adequadamente a vários políticos da atualidade, como Trump, Bolsonaro e Milei.

O que há de comum entre os políticos cínicos? São propagadores de fake news; proclamam-se antipolíticos; vestem a pele do neoliberalismo; se pudessem, privatizariam até o oxigênio que respiramos; odeiam a democracia; e exaltam o uso de armas. E, no entanto, atraem multidões e vencem eleições. Como explicar?

Há vasta bibliografia voltada ao esforço de responder a esta pergunta: “Como as democracias morrem”, de Steven Levitsky e Daniel Ziblatt; “O futuro da democracia”, de Norberto Bobbio; “Poliarquia: participação e oposição”, de Robert Dahl; e tantos outros.

Acredito que uma das causas do descrédito da democracia e da emergência neofascista da política da antipolítica é o alcance das redes digitais. Elas puseram fim à hegemonia dos grandes veículos de comunicação e, ao quebrar vínculos de coletividade, “privatizaram” a opinião pública. Agora, o que interessa é a opinião que circula na bolha da minha tribo digital. Estreitada a minha visão de mundo, exacerbado o individualismo, diluídos os fatos em narrativas incongruentes, ridicularizados os valores éticos e fragmentado o discurso racional, eis chegada a hora de reinventar a roda!

Se as utopias libertárias, como a sociedade socialista, foram soterradas pelo Muro de Berlim; se a democracia liberal não é capaz de deter as forças de esquerda que ousam disputar e, por vezes, ganhar eleições, então não resta alternativa senão instalar a antipolítica – o histriônico, o circense, o borderline. E tudo isso sob a tutela do cesarismo, ou seja, das forças policiais e militares.

Nesse contexto de irracionalização da política, a lógica cede lugar ao emocional, na linha do que Freud desenvolve em “Psicoterapia da histeria”. Essa redução do discurso articulado à vociferação desenfreada, odienta, agressiva, faz com que a reflexão ceda lugar ao impulso, como provocado pelos recursos da publicidade, que nos induzem a consumir sem refletir. E ao abdicar da razão, aflora-se a emoção, vulnerável em especial ao discurso religioso, que induz os fiéis à “servidão voluntária”, dispostos a se dobrarem à emergência apocalíptica do avatar.

Os eleitores da política da antipolítica julgam saber o que não querem, agem pela rejeição, mas sem clareza do que realmente querem. Assim como no período de Margaret Thatcher se enfatizou a privatização do patrimônio público; na era Trump a “privatização” das forças de segurança do Estado, pelo incentivo ao livre comércio de armas, às milícias e à proliferação de clubes de tiro; agora, pelas redes digitais, a ênfase recai sobre a “privatização” dos vínculos sociais pelas bolhas identitárias e semânticas, cujos signos instauram tribos refratárias a qualquer proposta de diálogo e horizonte de utopia.

Há quem se pergunte: como explicar que Trump e Bolsonaro, cujos governos beligerantes fracassaram também do ponto de vista administrativo, contem ainda com tantos apoiadores? Ora, a massa que os apoia não lê analistas políticos, não se orienta pelo noticiário da grande mídia, não abraça uma proposta política de futuro. Ela é anti: anticomunista, antidemocrática, antiaborto... É neofascista. O fascismo defende a estatização das forças produtivas. O neofascismo, a privatização. E para essa massa a religião funciona efetivamente como “ópio do povo”, pois venera a autoridade legitimada por líderes religiosos, abomina a pobreza, considera a prosperidade competitiva dádiva divina e exalta a meritocracia.

Se Lampedusa forjou a máxima “É preciso que tudo mude, para tudo ficar como está”, agora a política da antipolítica estabelece que “é preciso que tudo mude, para mudar tudo o que insiste em manter como está”.

Frente à antipolítica, que conta com o respaldo das plataformas digitais mobilizadas no amplo trabalho de deseducação política, só resta um antídoto: uma intensa educação política capaz de despertar a consciência crítica, religar o fio condutor da consciência histórica e induzir coletivamente ao engajamento pela conquista de uma sociedade que substitua a primazia do capital pela dos direitos humanos e da natureza.

 

(Origem do artigo)

quinta-feira, 30 de novembro de 2023

Saída pelas traseiras

www.eugeniorosa.com

Neste estudo com o títuloCOSTA SAI E NÃO DEIXA SAUDADES, POIS DEIXA UM PAÍS A CAMINHO DA RECESSÃO ECONÓMICA, COM A POBREZA A AUMENTAR COEXISTINDO COM LUCROS OBSCENOS DA BANCA E DE OUTROS GRUPOS ECONÓMICOS, COM UMA ADMINISTRAÇÃO PUBLICA DEGRADADA E COM GRAVES CONFLITOS COM OS SEUS PROFISSIONAIS, E UM PAÍS ACORRENTADO AO FINANCIAMENTO DE UMA GUERRA E A SANÇÕES SEM FIM QUE ESTÃO A DESTRUIR A ECONOMIA E A VIDA DOS PORTUGUESES E A AJUDAR A ASCENÇÃO DA EXTREMA DIREITA. UM PAÍS SUBMETIDO A UM NOVO DEUS, O DAS “CONTAS CERTAS”, E A POLITICOS COM MENTALIDADE DE CONTABILISTAS E SEM VISÃO ESTRATÉTICA  E UM MONTENEGRO, QUE QUER SER GOVERNO, MAS QUE CADA MEDIDA QUE APRESENTA SÓ REVELA IGNORÂNCIA E DESCONHECIMENTO DA REALIDADE DO PAÍS” utilizando dados divulgados pelo INE e pelo Eurostat, analiso 4 questões que me parecem importantes, a saber: (1) A população empregada com maior peso no nosso país continua a ser ainda a que tem o ensino básico pois representava 35,6% da total no 2º Trim.2023 (e isto após quase 50 anos após o 25 de Abril)  e foi aquela que mais aumentou  no último ano (em +171300), diminuído a população empregado com o ensino superior (em -128000) precisamente o contrario do que devia suceder; (2) O reduzido investimento na educação, que está a determinar que  Portugal no lugar de convergir está divergir em relação à U.E. e à Zona Euro, e nomeadamente em relação aos países que faziam parte da União Soviética  o que tem consequências dramáticas para desenvolvimento do país e bem-estar dos portugueses.; (3) Após 8 anos de governo de Costa as pensões medias continuam abaixo do limiar da pobreza o que significa que milhões de pensionistas vivem na pobreza, em muitos casos na pobreza extrema; (4) O complemento solidário para idosos, que é a “solução” de  Montenegro para tirar os pensionistas da pobreza, só abrange menos de 8% dos pensionistas e não tirou da pobreza os que o recebem. Tudo isto são legados deixados pelo governo de Costa que o novo governo terá de enfrentar e resolver o que certamente não acontecerá ser for dominado pela direita e extrema-direita.

Os cangalheiros

Os capatazes da governação entregam o nosso sofrimento e o nosso dinheiro ao privado, são abutres. Governo que não tenha como prioridade manter saudável o povo que se propôs cuidar, merece o nosso repúdio por deixar os mais pobres desprotegidos, um modo enviesado de assassinar.



terça-feira, 28 de novembro de 2023

Em Bruxelas, na maior

Deixa-me rir...

Dão-se alvíssaras

A quem nos indicar, de norte a sul do país, alguém com uma ferradura pendorada nos dedinhos em V, gritando 25 de novembro sempre. 

- reaças e aldrabões -

No Porto uma mesa-redonda, contou com as presenças do vice-presidente da Câmara, da inefável Zita Seabra e mais três comparsas.

A assistência cabia no cartaz

Voltarão em novembro, como a tristeza outonal

segunda-feira, 27 de novembro de 2023

CONTRA A BARBÁRIE: 4ª-feira dia 29 de Novembro, às 18 h, na Praça Martim Moniz

Junte-se a nós na 4ª-feira dia 29 de Novembro, às 18 h, na Praça Martim Moniz em Lisboa!

A Palestina Vencerá!

Este ano, o Dia Internacional de Solidariedade com o Povo Palestino, dia 29 de Novembro, decorre sob o impacto da catástrofe provocada por mais de 50 dias de bombardeamentos israelitas sobre a Faixa de Gaza. Milhares de mortos, mais de 40% dos quais crianças. Bairros inteiros arrasados e centenas de milhar de desalojados. Hospitais, escolas, infra-estruturas destruídas, num cenário apocalíptico.

A trégua humanitária acordada trouxe um alívio momentâneo, num primeiro resultado importante da pressão popular e da resistência palestina. Mas permanece a incerteza sobre se Israel retomará os bombardeamentos. Em qualquer caso, é necessário manter a mobilização. Mesmo que os bombardeamentos parem, Gaza precisa de quase tudo.

Na quarta-feira dia 29 de Novembro, às 18h no Martim Moniz, vamos exigir:

•    um cessar-fogo permanente e definitivo
•    que cessem as violências dos militares e colonos israelitas contra os palestinos da Cisjordânia e de Israel
•    que seja impedida a expulsão dos palestinos da sua terra
•    a ajuda humanitária necessária à Faixa de Gaza
•    a libertação de todos os presos palestinos e todos os reféns israelitas
•    que seja levantado o infame bloqueio que, desde 2006, transformou a Faixa de Gaza numa prisão a céu aberto
•    que seja iniciada a reconstrução da Faixa de Gaza
•    que seja finalmente concretizado o direito, tantas vezes prometido pela comunidade internacional mas nunca cumprido, à existência dum Estado Palestino livre e independente, com controlo soberano das suas fronteiras e dos seus recursos.

A concentração de dia 29 iniciar-se-á com uma homenagem aos mortos de Gaza, preparada por elementos da comunidade palestina em Portugal. Outros momentos culturais e intervenções políticas fazem parte do programa.

sábado, 25 de novembro de 2023

VIV€ 0 25 DE N0V£MBR0

25 nov. = “Corrupção, tráfico de influências, prevaricação, peculato doloso são cada vez mais notícia e a razão é simples: a corrupção está generalizada.”

25 nov. = “Os cinco principais bancos (CGD, BCP, Santander Totta e BPI) tiveram lucros 3.288 milhões de euros entre janeiro e setembro, mais 70% em termos homólogos. A Associação de Bancos diz-nos que devíamos estar contentes.

25 nov. = “Quase metade dos hospitais do país estão desde domingo com os serviços de urgência limitados. As especialidades com maiores dificuldades: Ginecologia e Obstetrícia, Pediatria, Cirurgia geral e algumas Vias Verdes AVC.” “Caos no SNS: no Grande Porto"

25nov. = “Prestação média dos empréstimos à habitação mais recentes subiu 40% num ano e  despejos vão ter procedimento mais simples e rápido, para os senhorios já no final deste ano. 

25 nov. = “Pobreza em Portugal, está a formar-se numa bomba-relógio, alertam instituições. O aumento do custo de vida, o preço das casas, alimentos e dos combustíveis atirou quase dois milhões de pessoas para a pobreza.”

25 nov. = “Cerca de 400 mil portugueses vivem em pobreza habitacional, com chuva dentro de casa ou sem eletricidade ou sem casa de banho” – “Há cada vez mais famílias portuguesas a pedir ajuda para comer” “Um quarto das crianças não conseguem sair da pobreza, conclui estudo.”

OS VELHACOS TAMBÉM FICAM NA HISTÓRIA