quinta-feira, 15 de dezembro de 2022

Uma classe feliz

Embora pronunciados por diversos e avultados roubos, Suas Excelências podem passar a consoada em família, trocar faustosas prendas, fazendo a vida que sempre têm feito; na passagem de ano erguem as taças ao futuro do sistema que os gerou e protege, com especial enfase para a justiça e os amados governantes, seus iguais.

É a corrupção como instituição, onde os crápulas se riem de nós.

Com razão.



terça-feira, 13 de dezembro de 2022

Há muito dinheiro para a guerra da OTAM. E para o SNS ?

QUANDO SERÁ QUE NOS LIBERTAMOS DA MÁFIA DE BRUXELAS? 


Os países da União Europeia (UE) chegaram a acordo para desbloquear 18 mil milhões de euros de ajuda financeira à Ucrânia para 2023, contornando assim o veto da Hungria, noticiou a agência EFE. “A Ucrânia pode contar com a UE. Continuaremos a apoiar a Ucrânia, também financeiramente, enquanto for necessário. A Ucrânia pode contar com o apoio financeiro da UE ao longo de 2023”, disse o Conselho Europeu.

 


segunda-feira, 12 de dezembro de 2022

GRANDE PRAÇA JOSÉ SARAMAGO NA CIDADE DO MÉXICO

 

“Ao comemorar os 100 anos do nascimento do escritor José Saramago, que manteve fortes laços de amizade com a nossa capital e o México, a municipalidade homenageia a sua memória com a “Praça de Leitura José Saramago”.

Um longo mural representa oito imagens referentes a livros do escritor.

Praça com a área de 2.350 m2

Um pilar com três placas de aço com textos do escritor

14.700 plantas de jardim

8 novas árvores

E um Parque para cães pensado no “cão com lágrimas”

Ver AQUI


domingo, 11 de dezembro de 2022

UE, cói de chulos

«The Times, noticia que Josep Borrell, de 75 anos «o diplomata da UE que recebe 200 mil libras, recebe também uma pensão de 17.260 libras por mês como alto representante da UE para os Negócios Estrangeiros (HRVP), e também está recebendo uma pensão vinculada ao seu cargo anterior no Parlamento Europeu", disse o jornal.»

(ler mais AQUI)

Implicados no GAL:

Borrell, dentro do círculo, com José Barrionuevo e Rafael Vera, no dia em que entraram na prisão de Guadalajara.

Em julho de 1998, Rafael Vera e José Barrionuevo foram condenados a dez anos de prisão e doze anos de inabilitação absoluta pelo sequestro de Segundo Marey (primeira vítima da guerra suja do governo de Espanha contra ETA), pelos Grupos Antiterroristas de Libertação (GAL), e pelo crime de desvio de fundos públicos para os GAL.

quinta-feira, 8 de dezembro de 2022

"Viva la muerte"

Borrell, o guerreiro

(ver AQUI)

Quando a Universidade de Salamanca abriu o ano letivo de 1936, o fascismo já havia se instalado na Espanha. O reitor da universidade era Miguel de Unamuno, filósofo e escritor liberal. Na cerimônia de abertura, um dos oradores atacou o país Basco e a Catalunha afirmando: “O fascismo redentor da Espanha saberá como exterminá-los, cortando na própria carne, livre de falsos sentimentalismos”. Na sequência, alguém da plateia tomada por militares gritou: “Viva la Muerte”. Ao que o general Millán-Astray replicou: “Espanha”, e a plateia respondeu: “Unida”. Novamente o general gritou “Espanha” e se ouviu o repto: “Grande”. “Viva la muerte” era o lema da Falange fascista de Francisco Franco.

 


terça-feira, 6 de dezembro de 2022

Os Campeões

 Faltam só cem mil para podermos festejar o milhão e quinhentos mil.

Quando é que estes amantes da FIFA, se deslocarão para assistir ao espetáculo representado pelos que aguardam na rua, desde as 9 da noite até às 8 da manhã do dia seguinte, para tentar marcar uma consulta nos Centro de Saúde, caso o médico que esperam não falte.

Distância Lisboa-Qatar: 7598 km. Lisboa-Azambuja 50 km, não será uma viagem tão divertida para suas excelências, mas é muito mais em conta.

Também foram a Kiev, mas não os vejo nas Urgências dos Hospitais, onde também se morre.




segunda-feira, 5 de dezembro de 2022

ANEDOTA

 

Eles, governantes, são tolerantes para com essa: “ética imprópria” porque a praticam, promulgando leis que os protegem. Para com os gatunos de colarinho-branco, os ‘jornalistas’ adoçam o vocabulário: “ética imprópria.”

E os ‘jornalistas’ que assim se expressam acompanham a ética dos governantes, impróprios.

 

Atentado à saúde de todos nós

 
Sobre o estudo

www.eugeniorosa.com

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Neste estudo com o título “UM MINISTRO DA SAÚDE PALAVROSO QUE ILUDE OS PROBLEMAS, MAS QUE NÃO RESOLVE NADA, UM DIRETOR EXECUTIVO DO SNS QUE FOI NOMEADO, MAS QUE NÃO APARECE, UM ORÇAMENTO DO SNS PARA 2023 QUE ILUDE E É INSUFICIENTE, E O SNS CONTINUA A DEGRADAR-SE E OS PORTUGUESES A SOFREREM DEVIDO À PASSIVIDADE E INCAPACIDADE DO GOVERNO PARA TOMAR AS MEDIDAS QUE ELE PRECISA” analiso o orçamento do SNS para 2023 e mostro, utilizando apenas dados oficiais divulgados pelo próprio governo, que ele não teve um aumento  importante quando comparado com o efetivamente gasto em 2022, contrariamente ao propagandeado pelo governo e pela generalidade da comunicação social, o que enganou a opinião pública. A nível de DESPESAS CORRENTES, que garantem o funcionamento normal do SNS, a subida foi apenas de 3,8%, e nas DESPESAS COM PESSOAL de 2,9%, percentagens muito inferiores á inflação prevista para o nosso país em 2023, pela OCDE, que é de 6,6%. O aumento de 2,9% nas Despesas com pessoal em 2023 impedirá de valorizar adequadamente as remunerações dos profissionais de saúde, que continuam a perder poder de compra, e de aprovar uma carreira profissional digna, o que contribuirá para agravar ainda as dificuldades do SNS, lesando a população. Para poder funcionar, o SNS tem-se endividado enormemente aos fornecedores privados, devido ao subfinanciamento crónico. Entre dez.2021 e out.2022, a diíida do SNS aos fornecedores aumentou de 1548 milhões € para 2350 milhões €, ou seja, em 800,7 milhões € (+51,7%), o que contribuiu para o estrangular e aumentar as suas dificuldades. E o orçamento do SNS para 2023, aprovado pelo governo, não contribui para resolver este grave problema que põe em risco o SNS; pelo contrário, vai agravá-lo como mostramos neste estudo.    

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Eugénio Rosa
Economista

Pepe Escobar: Não percam esta aula

sábado, 3 de dezembro de 2022

Sinais de alarme


Sinais de alarme

Tinha seis anos quando comecei a ir sozinho para a escola. Apanhava o (elétrico) 4 na Conchada e saía em Montes Claros. Na longa volta do regresso a casa, entre Montes Claros e a Conchada (passando pela Baixa), o 4-Cruz-de-Celas passava numa parede que já não existe, onde uma pichagem declarava em letras garrafais, enquadradas por uma cruz céltica mal-amanhada, “Basta-nos! Fora com os comunistas”. Aos seis anos eu já sabia ler (sou letrado da Cartilha Maternal). Compreendia o significado de “basta-nos” e de “fora com os”, mas o vocábulo “comunistas” não era coisa que o João de Deus nos ensinasse.
Numa cidade despida de anúncios e de cartazes, em que a literatura de caminho se reduzia às tabuletas das lojas e das instituições por onde o 4 passava (recordo com saudade as maiúsculas do Teatro Avenida), aquele “basta-nos! Fora com os comunistas” tinha o significado de uma manchete no jornal do meu percurso diário. Intrigava-me. Por aqueles dias, em resposta à minha dúvida, o meu pai desvendaria o mistério, com as cautelas que o tempo fascista impunha, e a explicação virou do avesso a minha natural benevolência para com uma frase que não entendia. Os tais “comunistas” eram, afinal, o meu vizinho Santos Ventosa, o Manuel Simões que era poeta, o Fernando António que se escondeu lá em casa antes do “salto” para Argel, o Vítor Costa e a Nina, o Vilaça e a Natércia, o Luís Carlos, a Cristina, o João Vilar do TEUC, o velho Gomes, o Horácio Leitão, o Raul de Sousa, o Jorge Seabra, o Deniz-Jacinto – tudo gente valorosa, trabalhadora, imerecedora de “bastas” e menos ainda de “foras” naquela Coimbra dos anos de 1970. “Os comunistas” da pichagem eram, afinal, os ativistas que eu conhecia do Ateneu de Coimbra, um lugar de democracia cultural que me revelou o “Garoto de Charlot” e “Mel, Pastel e um Boneco de Papel”, o espaço fraternal que abria as portas de um posto médico militante que anunciava já um SNS para todos.


Vem esta falação a propósito dos trabalhos de reescrita da História, destinados a equiparar o comunismo ao fascismo. Desde o Parlamento de uma Europa em acelerada deriva de direita, ao insistente comentário televisivo, a tese é apresentada como verdade absoluta.
Para isso apagam-se dos “ismos” os humanos que por elas responderam e respondem, associando ao hábil procedimento palavras como “liberdade” ou “democracia” destituídas, por sua vez, da essência emancipadora e da memória histórica que as fez bandeira de luta e razão de entrega, às vezes da própria vida. Se apenas nos cingíssemos ao espaço de Portugal, e ao setor das artes e das ideias, “os comunistas” daquela pichagem chamavam-se Adriano Correia de Oliveira, Álvaro Cunhal, Carlos Paredes, Lopes-Graça, Mário Sacramento, Pires Jorge, Lousã Henriques – só para citar alguns daqueles que têm ligação a esta Coimbra. Nomes que permitem, neste pequeno território, desmontar a acusação de uma equivalência que, insultuosa, visa tão-só a absolvição do fascismo através da desmemoriação. Venha, pois, quem aqui consiga debitar um par de nomes de “equivalentes” fascistas portugueses que tenham, de algum modo, acrescentado felicidade e luz à nossa existência coletiva. E, olhando mais longe, venha quem consiga encontrar na História recente fascistas “equivalentes” a Pablo Picasso, Paul Éluard, Vladimir Maiakovsky, Victor Jara, Oscar Niemeyer, os perseguidos pelo Mackartismo nos EUA, Pasolini, Frida Khalo, Luigi Nono, Bertold Brecht.
A História não é isenta de controvérsia, e a discussão dos destinos dos humanos, e os factos que lhes estão associados, não têm estado isentos de violência. Por haver existências que não se comparam, uns analisam com cuidado a História e tomam medidas para que os desastres não se repitam. Outros não – é que a violência que nuns é mancha, noutros é essência. Quando o presidente da “comunitária” Polónia de Auschwitz se curva perante a estátua do colaboracionista nazi Stepan Bandera, quando a extrema-direita xenófoba e neoliberal é promovida em dilatado tempo de antena, quando os lucros dos poderosos crescem ao ritmo do empobrecimento desesperado dos desvalidos, os sinais só podem ser de alarme. Porque na “equivalência” que se alardeia, ontem como hoje, os sabotadores da Civilização são os cultores e os beneficiários do lado da cruz gamada

O sr. Carvalho

Stoltenberg-nato,: “nós pagamos esse preço em dinheiro”, enquanto os ucranianos o pagam em “sangue”.

"Com as nossas forças vamos lutar até ao último homem ou mulher": Ex-embaixador da Ucrânia no Brasil Rostyslav Tronenko.

O Volodymyr Zelensky, num discurso à nação disse que a Ucrânia vai lutar" até ao fim" sem "nenhuma concessão ou compromisso".

O senador estadunidense Lindsey Graham disse que, com armas americanas, a Ucrânia lutará contra a Rússia até o último homem.

O senador Lindsey Graham disse no domingo que a guerra Rússia-Ucrânia não pode terminar em uma paz negociada. “Não há rampa de saída nesta guerra. Alguém vai ganhar e alguém vai perder, e espero, rezo e faço tudo ao meu alcance para garantir que a Ucrânia vença”, disse o republicano da Carolina do Sul ao apresentador Bret Baier no “Fox News Sunday”, instando os EUA a “triplicar” em sua ajuda para a Ucrânia.

O diretor do Público, em Editorial, clama:

  • Público - 2 Dec 2022
  • Manuel Carvalho

“Depois das armas, a Ucrânia precisa de humanidade”

Escreve o sr. Carvalho, e o sr. Carvalho sabe que os fornecedores de armas desconhecem o humanismo que reclama. O sr. Carvalho sabe e nada tem escrito em prol da paz.

«Jens Stoltenberg, pôs a relação da Europa e dos Estados Unidos com a Ucrânia nos termos que mais importa nesta fase da guerra. Se “todos estamos a pagar um preço pela guerra da Rússia contra a Ucrânia”, disse Stoltenberg, “nós pagamos esse preço em dinheiro”, enquanto os ucranianos o pagam em “sangue”.

As democracias provaram no conflito que não estão em agonia e os seus cidadãos demonstraram sem margem para equívocos que há causas pelas quais estão dispostos a fazer sacrifícios. Primeiro, apoiaram o envio de armas, sufragaram o aumento da despesa militar ou realinharam a sua política de defesa e aderiram à NATO. Agora que a Rússia tenta vergar os ucranianos com o frio, destruindo as suas infra-estruturas de energia, chegou o momento de aliar a indignação pela agressão russa à humanidade que o seu sofrimento nos deve suscitar.»

SÃO ASSIM OS "HUMANISTAS"


quarta-feira, 30 de novembro de 2022

O PS e o pacot€ da NATO

Ucrânia. Portugal reforça com um milhão de euros pacote da NATO

Urgências: falta de médicos é grave e tempo de espera em média é de 14 horas “lastimável”

E mais de um milhão sem médico de família

“Portugal vai dar um contributo extraordinário para o pacote de assistência abrangente, que é um pacote da NATO para apoio não letal”, afirmou João Gomes Cravinho.

Lusa 30 de Novembro de 2022

João Gomes Cravinho, à direita EPA/ROBERT GHEMENT


segunda-feira, 28 de novembro de 2022

Jeff Bezoz e O povo unido…

Os trabalhadores da Amazon de Jeff Bezoz, gritam frente à sua casa em Nova Iorque, que «O povo unido jamais será vencido»

Trabalhadores dos Estados Unidos, Reino Unido, Japão, Austrália e Índia, Euskadi uniram-se para criar a "Make Amazon Pay" e para exigir melhores condições de trabalho. 

"Estamos aqui hoje para dizer à Amazon que, se quiser manter o seu império, fale com a GMB para melhorar os salários e as condições dos trabalhadores. Os trabalhadores da Amazon estão sobrecarregados, mal pagos e fartos", disse Amanda Gearing, uma organizadora sindical.

quarta-feira, 23 de novembro de 2022

E a nossa guerra?

Portugal apoia a Ucrânia com 250 milhões de euros

De  Euronews  com LUSA  •   21/05/2022

Ver Costa »» Visita de António Costa à Ucrânia

O primeiro-ministro português assinou, em Kiev, no final de uma reunião com o seu homólogo ucraniano, um acordo para a concessão de um apoio financeiro de 250 milhões euros à Ucrânia.


terça-feira, 22 de novembro de 2022

Yo pisaré las calles nuevamente - Pablo Milanés

 

Yo pisaré las calles nuevamente

 

Yo pisaré las calles nuevamente
De lo que fue Santiago ensangrentada
Y en una hermosa plaza liberada
Me detendré a llorar por los ausentes

Yo vendré del desierto calcínante
Y saldré de los bosques y los lagos
Y evocaré en un cerro de Santiago
A mis hermanos que murieron antes

Yo unido al que hizo mucho y poco
Al que quiere la patria liberada
Dispararé de las primeras balas
Más temprano que tarde sin reposo

Retornarán los libros las canciones
Que quemaron las manos asesinas
Renacerá mi pueblo de su ruina
Y pagarán su culpa los traidores

Un niño jugará en una alameda
Y cantará con sus amigos nuevos
Y ese canto será el canto del suelo
A una vida segada en La Moneda

Yo pisaré las calles nuevamente
De lo que fue Santiago ensangrentada
En una hermosa plaza liberada
Me detendré a llorar por los ausentes

Yo pisaré las calles nuevamente
De lo que fue Santiago ensangrentada
En una hermosa plaza liberada
Me detendré a llorar por los ausentes

 

Pablo Milanés

 

segunda-feira, 21 de novembro de 2022

Hebe de Bonafini a ‘imprescindível’*

 

Faleceu a presidente das Mães da Praça de Maio , Hebe de Bonafini

“Por maior que seja o sofrimento, não chorem frente ao inimigo” “os meios de comunicação são a mentira acompanhada pelo ódio.” Hebe

O seu filho mais velho, Jorge Omar, foi sequestrado e desapareceu a 8 de fevereiro de 1977, em La Plata. A 6 de dezembro do mesmo ano o seu outro filho, Raúl Alfredo, também desapareceu, em Berazategui e a 25 de Maio de 1978, desapareceria também a sua nora, María Elena Bugnone Cepeda, mulher de Jorge.


*As imprescindíveis

Há homens que lutam um dia, e são bons;
Há outros que lutam um ano, e são melhores;
Há aqueles que lutam muitos anos, e são muito bons;
Porém há os que lutam toda a vida
Estes são os imprescindíveis

Bertolt Brecht


domingo, 20 de novembro de 2022

Os sátrapas

Após anos a apoiar Guaidó, Macron quer estreitar laços com Maduro…

No Egito, Macron estendeu a mão a Nicolás Maduro dizendo-lha que “gostaria que pudessem falar um pouco mais, e que podiam começar um trabalho bilateral que fosse útil para o país e a região.”

Lembrar que:

“A 26 de janeiro de 2019, a França, juntamente com Espanha, Alemanha, Reino-Unido, Países Baixos e Portugal, disseram a Nicolás Maduro para convocar eleições presidenciais antecipadas e democráticas, e, a 4 de fevereiro, ante a negativa de Maduro, a França e 19 estados-membros da União Europeia consideraram Guaidó presidente interino da Venezuela”.

Agiram como o cão de Pavlov sem capacidade para sentirem que já não são potências coloniais, são colónias dos EUA, e que para sobreviverem têm de andar de mão estendida.

sábado, 19 de novembro de 2022

Fidel Castro em Moscovo

A agência TASS informou que será inaugurado em Moscovo, à chegada do presidente cubano Miguel Diaz-Canel, um monumento em honra de Fidel Castro.

«MOSCOU, 8 de novembro. /TASS/.

A instalação do monumento ao ex-presidente de Cuba Fidel Castro fica localizado na capital e na praça com o mesmo nome no distrito de Sokol. Como observou o presidente do parlamento da capital, Alexei Shaposhnikov, comentando essa decisão à TASS, Castro é "um revolucionário carismático, um estadista excecional, um líder inflexível da Ilha da Liberdade, ele mesmo criou a história".

Os fundos necessários no valor de 20 milhões de rublos deveriam ser alocados pela Sociedade Histórica Militar Russa (RVIO).»